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Para enfrentar rombo financeiro, governo autoriza Correios a vender seguros, títulos de capitalização e a atuar no mercado de telefonia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/05/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,39%Dólar TurismoR$ 5,192-0,32%Euro ComercialR$ 5,832-0,55%Euro TurismoR$ 6,087-0,37%B3Ibovespa178.239 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,39%Dólar TurismoR$ 5,192-0,32%Euro ComercialR$ 5,832-0,55%Euro TurismoR$ 6,087-0,37%B3Ibovespa178.239 pts0,64%MoedasDólar ComercialR$ 4,989-0,39%Dólar TurismoR$ 5,192-0,32%Euro ComercialR$ 5,832-0,55%Euro TurismoR$ 6,087-0,37%B3Ibovespa178.239 pts0,64%Oferecido por

O governo autorizou nesta quinta-feira (14), por meio de portaria publicada no "Diário Oficial da União", os Correios a comercializarem "serviços postais financeiro", tais como seguros, de bônus e de títulos financeiros em geral, inclusive títulos de capitalização.

Essa é uma estratégia, já anunciada pela equipe econômica anteriormente, para tentar gerar receita adicional para os Correios, que passam por forte crise financeira com o registro de déficits operacionais bilionários seguidos. A expectativa é que a estatal faça convênios com instituições financeiras para ofertar os serviços.

De acordo com portaria do Ministério das Comunicações, os Correios tem autorização para começar a ofertar:

venda ou intermediação de seguros, como automóvel, vida, residencial, viagembônus promocionais, cupons, vale-benefícioscertificados, consórcios, aplicações, créditos ou outros instrumentos financeiros.títulos de capitalização, vendidos por bancos e seguradoras.

A portaria também autoriza os Correios a atuar no mercado de telefonia celular por meio de parceria comercial, como operadora virtual, seguindo as regras da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

"A implantação dos serviços de que trata esta Portaria será precedida de estudo que demonstre sua viabilidade econômico-financeira, observado o atendimento a critérios e parâmetros de mercado que proporcionem retorno dos investimentos e margem de remuneração compatíveis com a sustentabilidade da ECT", diz o governo.

Em grave crise financeira, os Correios divulgaram o resultado de 2025 com um prejuízo total de R$ 8,5 bilhões em 2025, fechando 14 trimestres seguidos com resultados negativos.

O valor acumulado no ano passado superou em mais de três vezes o prejuízo registrado em 2024, que foi de R$ 2,6 bilhões.

Em março, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que o governo deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027.

🔎 Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.

Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025.

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Dona da Tok&Stok e da Mobly troca comando da empresa um dia após pedir recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 10:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 4,9310,71%Dólar TurismoR$ 5,1150,46%Euro ComercialR$ 5,7710,41%Euro TurismoR$ 6,0110,38%B3Ibovespa180.073 pts-0,15%Oferecido por

O Grupo Toky anunciou nesta quarta-feira (13) reestruturação de sua diretoria executiva, incluindo a troca do presidente-executivo, um dia após a controladora das empresas de varejo de casa e decoração Mobly e Tok&Stok pedir recuperação judicial.

Segundo o comunicado divulgado pelo grupo, André Ferreira Peixoto assumirá o cargo de presidente-executivo no lugar de Victor Pereira Noda.

Fabio Ferrante será o novo diretor financeiro e de relações com investidores, substituindo Marcelo Rodrigues Marques, enquanto Daniel Passos de Melo ocupará a diretoria de operações e sistemas logísticos no lugar de Mário Fernandes Filho.

Noda, Marques e Fernandes Filho, fundadores da companhia, permanecerão no conselho de administração do grupo e da Estok Comércio e Representações S.A.

"A transição ora comunicada não acarreta qualquer alteração significativa na estratégia de longo prazo, nos compromissos assumidos perante os acionistas e o mercado, ou na condução dos negócios da companhia", afirmou o grupo.

A holding divulgou na nesta terça-feira (12) que entrou com pedido de recuperação judicial, citando dívida superior a R$1 bilhão.

🔎 Recuperação judicial é um processo em que uma empresa com dificuldades financeiras pede proteção à Justiça para renegociar dívidas e evitar a falência, enquanto continua funcionando normalmente.

Segundo a empresa, a decisão foi tomada após dificuldades enfrentadas pelo setor de móveis e decoração, como juros altos, aumento do endividamento das famílias e crédito mais restrito.

O Grupo Toky também disse que vinha negociando a reestruturação das dívidas da Tok&Stok com credores, mas que o endividamento continuou crescendo.

"Apesar dos esforços empregados pela administração na negociação da reestruturação do endividamento junto aos credores da controlada Tok&Stok, o alto endividamento do grupo persiste e vem se agravando", afirmou em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia afirmou que o objetivo do pedido é preservar as operações, manter os serviços e criar condições para renegociar as obrigações financeiras.

Ainda na segunda-feira (11), antes do anúncio de recuperação judicial, o grupo informou que quatro fundos da gestora SPX Capital estão em fase avançada de negociações para vender toda a participação que possuem na empresa, incluindo ações e bônus de subscrição.

O Grupo Toky foi criado em 2024 após a união entre a Mobly e a Tok&Stok, duas marcas tradicionais do setor de móveis e decoração no Brasil.

A fusão deu origem a um dos maiores grupos de varejo de casa e decoração da América Latina, combinando operações físicas e digitais.

A Mobly foi fundada em 2011 por Victor Pereira Noda, Marcelo Rodrigues Marques e Mário Carlos Fernandes Filho, com foco em vendas online de móveis e itens de decoração.

A empresa recebeu investimentos da Rocket Internet e expandiu sua atuação para lojas físicas, contando atualmente com 11 unidades entre megastores, outlets e lojas compactas.

Já a Tok&Stok foi fundada em 1978 pelos franceses Régis e Ghislaine Dubrule. A marca ganhou espaço no mercado brasileiro ao apostar em móveis modernos, modulares e acessíveis, acompanhando o crescimento da classe média urbana e do mercado de apartamentos no país.

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Trump quer pressionar Xi Jinping a abrir a China para empresas americanas durante viagem ao país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 09:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017.

Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) a Pequim com um grupo de executivos e o objetivo de pedir a seu homólogo Xi Jinping que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas, em seu primeiro encontro bilateral desde 2017.

O republicano viaja com Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX e homem mais rico do mundo. Também estão presentes Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

Jensen Huang, CEO do grupo americano de semicondutores Nvidia, se uniu ao grupo durante uma escala no Alasca.

"Pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que estas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais elevado!", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

LEIA TAMBÉM: Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação entre superpotências por anos

"A China dá as boas-vindas ao presidente Trump em sua visita de Estado à China", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma entrevista coletiva. "A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos para ampliar a cooperação e administrar as diferenças", acrescentou.

Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017. Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.

Uma das principais questões será a prorrogação da trégua alcançada em outubro na guerra das tarifas.

Os países mantêm muitas divergências, incluindo terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e a questão de Taiwan.

A guerra com o Irã, iniciada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica, abalou a economia mundial e o mercado de energia em particular.

Segundo o governo americano, Trump quer pressionar Pequim, um parceiro estratégico e econômico fundamental de Teerã, a utilizar sua influência e contribuir para uma saída da crise no Golfo.

O presidente republicano tem tentado pôr fim às compras de petróleo iraniano por parte da China com diversas sanções, medidas condenadas pelo governo de Pequim, mas que não provocaram uma crise diplomática aberta.

"Teremos uma longa conversa" sobre o Irã, disse Trump na terça-feira aos jornalistas na Casa Branca. Pouco depois, porém, acrescentou que "não precisa de ajuda com o Irã".

Segundo Trump, a China, principal importadora de petróleo iraniano, não causou "problemas" desde que os Estados Unidos implementaram, em meados de abril, o bloqueio aos portos iranianos.

"Nos damos bem" com Xi Jinping, declarou. "Acho que verá que coisas boas vão acontecer", acrescentou.

Na terça-feira, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, pediu ao Paquistão que "intensifique" os esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.

Estados Unidos e China travam, há alguns anos, uma competição feroz nos campos estratégico, tecnológico e econômico.

"A cúpula parecerá cordial na superfície, mas, no plano tático, será uma partida de rúgbi em que cada parte vai querer levar vantagem", explicou Melanie Hart, especialista em China do Atlantic Council.

Em 2025, após o retorno de Donald Trump à Casa Branca, as duas superpotências travaram uma guerra comercial acirrada, com repercussões globais, e a imposição mútua de tarifas exorbitantes, além de múltiplas restrições.

Paralelamente à reunião de cúpula na China, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, se reuniram na Coreia do Sul para "consultas econômicas e comerciais", informou a imprensa de Pequim.

As partes tiveram uma "conversa franca, profunda e construtiva sobre a resolução de questões econômicas e comerciais de interesse mútuo e a ampliação da cooperação prática", destacou a Xinhua.

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É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 06:02

Fato ou Fake É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa Ao Fato ou Fake, assessoria de imprensa da companhia citou que medida vale para outros países e tem objetivo de 'atender a todos os bolsos e ocasiões de consumo'. Por Redação g1 — g1

Circulam nas redes sociais publicações alegando que a Coca-Cola vai reduzir o tamanho de garrafas no Brasil por causa da "perda do poder de compra da população" no governo Lula (PT). É #FAKE.

Publicados no X, Threads e Instagram, eles associam ao governo Lula a decisão da Coca-Cola de diminuir o tamanho de garrafas no Brasil. Uma das imagens exibidas nas postagens tem o seguinte enunciado: "Coca-Cola reduz a garrafa de 2 litros para 1,25 litros para o brasileiro conseguir comprar em meio à perda do poder de compra".Veja outros dois exemplos de legendas de publicações que viralizaram: "Efeito Lula: até a Coca-Cola diminuiu. Menos produto, mesmo preço. O brasileiro paga mais pra levar menos e ainda dizem que está tudo bem"; e "Você vai pagar o mesmo preço, mas vai levar menos produto. Essa estratégia se chama REDUFLACÃO, uma forma de enganar o consumidor pra que ele não se assuste com os preços e pare de consumir. Governo Lula quebrou o Brasil. Meu problema com quem vota no PT é que ele me arrasta pra lama junto com ele".

Mas isso não é verdade. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa Coca-Cola negou qualquer redução no tamanho de embalagens no Brasil e rejeitou que a medida esteja vinculada ao cenário político nacional: "A empresa não vai acabar com a Coca-Cola de 2 litros, nem suspender operações. O que existe é um ajuste na estratégia global de embalagens, para atender todos os bolsos e ocasiões de consumo". Leia mais abaixo.

Ao jornal "The Wall Street Journal", o brasileiro Henrique Braun, que passou a ocupar em março o cargo de presidente global da Coca-Cola, revelou que a companhia pretende levar às prateleiras opções de embalagens menores para sustentar as vendas em meio à alta da inflação e à queda do poder de compra nos Estados Unidos. Um desses novos produtos é, justamente, a embalagem de 1,25 litros, que será oferecida no país. Em 3 de abril, a empresa divulgou resultados financeiros trimestrais acima da expectativa no meses iniciais de 2026. No Brasil, que integra a divisão da América do Sul, o volume de vendas cresceu 3,6%. A receita somou cerca de US$ 1,2 bilhão, alta de 5% na comparação anual.

" A empresa não vai acabar com a Coca-Cola de 2 litros. A Coca-Cola, no Brasil e no mundo, foca em oferecer ao consumidor um portfólio amplo e flexível, com diferentes opções de bebidas, com ou sem açúcar e com menos calorias, além de variados tipos de embalagens e faixas de preço, atendendo a diferentes ocasiões de consumo e contextos de mercado. Essa é uma estratégia adotada pela companhia há muitos anos, recentemente reforçada em comunicado global".

Sobre a embalagem de 1,25 litro, mencionada em uma das publicações falsas, a empresa informa que o produto não terá comercialização no Brasil: "A embalagem de 1,25 já fez parte do portfólio do Sistema Coca-Cola por volta de 2010, de forma pontual em algumas regiões, mas foi descontinuada por decisão operacional. Atualmente, não há previsão de retorno ou de lançamento desse formato no Brasil, apenas em outros mercados, como os Estados Unidos".Finalmente, com relação ao mercado nacional a resposta cita: "No Brasil, seguem disponíveis no mercado: garrafas de vidro retornáveis de 200mL, 290mL e 1L; garrafa de vidro não retornável 250mL; garrafa PET 200mL, 500mL e 600mL (com variação por região), além de 1L, 1,5L, 2L, 2,25L, 2,5L e 3L; PET retornável 2L e 1L (em regiões pontuais); e latas 220mL, 310mL e 350mL".

50 vídeos VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKEAdicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)GloboPop: clique para ver vídeos do palco de Fato ou Fake

É #FAKE que Coca-Cola diminuiu tamanho de garrafas por causa do governo Lula; ajuste faz parte de nova estratégia global da empresa

Ao Fato ou Fake, assessoria de imprensa da companhia citou que medida vale para outros países e tem objetivo de ‘atender a todos os bolsos e ocasiões de consumo’.

Há 47 minutos Fato ou Fake É #FAKE comunicado da Ypê comemorando recorde de vendas após Anvisa determinar suspensão

Na semana passada, agência determinou recolhimento de produtos por risco de contaminação; empresa recorreu e conseguiu liberação. Ao Fato ou Fake, Ypê desmentiu post sobre ‘recorde’ e disse que não emitiu nenhum balanço recente sobre resultados.

Há 12 horas Fato ou Fake É #FAKE vídeo de cão policial salvando shih tzu de prédio em chamas; cena foi criada com inteligência artificial

Posts usam imagens que têm distorções típicas de conteúdos sintéticos, como palavras em línguas que não existem. Fato ou Fake submeteu conteúdo a ferramenta que detecta IA e apontou 99,1% de probabilidade de esse recurso ter sido usado.

Há 22 horas Fato ou Fake É #FAKE que crise orçamentária de Nova York começou após Zohran Mamdani assumir prefeitura

Publicações virais dizem que déficit déficit fiscal teve início apenas após posse do novo prefeito, em janeiro. Relatórios de órgãos independentes e análises do próprio controlador-geral da cidade mostram que situação existe desde 2022, na gestão Eric Adams.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE foto de Lula e Trump discutindo em janela da Casa Branca; imagem foi produzida com inteligência artificial

Foto falsa apresenta sinais de distorção da realidade, como mão esquerda de Lula com cinco dedos. Presidentes se reuniram em Washington, nos Estados Unidos, em 7 de maio.

Há 2 dias Fato ou Fake É #FAKE site com endereço ‘.com’ que se passa por página da Coordenação de Vigilância em Saúde da prefeitura de São Paulo

Secretaria Municipal da Saúde publicou nas redes oficiais alerta sobre endereço falso e informou que ele foi tirada do ar. Fraude pode roubar dados como CPF e senha do cadastro gov.br.

Há 4 dias Fato ou Fake #NÃO É BEM ASSIM: Voos da FAB com apenas um passageiro foram investigados no governo Lula, mas também no governo Bolsonaro

Post reproduz trecho real de reportagem exibida na TV, mas sugere que viagens analisadas ocorreram apenas na gestão do petista. Na verdade, autoria do TCU compreendeu período entre 2020 e 2024.

Há 5 dias Fato ou Fake É #FAKE vídeo de Flávio Bolsonaro dizendo que vai criar ‘auxílio sacolão de osso’; áudio foi manipulado com IA

Conteúdo falso foi criado com com IA a partir de vídeo verdadeiro de senador publicado em novembro do ano passado; ferramentas de detecção apontam manipulação e clonagem de voz.

Há 5 dias Fato ou Fake É #FAKE que Lula disse ‘ninguém come gasolina’ para comentar aumento do preço de combustíveis no Brasil

Posts falsos usam cortes de vídeo real de discurso do presidente na Alemanha, em 20 de abril, quando ele falou sobre potencial dos biocombustíveis brasileiros e criticou barreiras da União Europeia. Gravação foi editada para tirar comentários de contexto.

Há 6 dias Fato ou Fake É #FAKE que vídeo mostre bebês gêmeos que nasceram com tamanhos diferentes; cena exibe bonecas ‘reborn’

Posts enganosos usam vídeo de artista alemã que confecciona bonecas hiper-realistas de bebês e recém-nascidos para inventar narrativa de gêmeos que nasceram com tamanhos diferentes.

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ENTREVISTA: Baldy diz que BYD quer ser líder de mercado até 2030 e vê ‘medo’ na reação de rivais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/05/2026 04:47

Carros ENTREVISTA: Baldy diz que BYD quer ser líder de mercado até 2030 e vê ‘medo’ na reação de rivais Vice-presidente sênior da BYD concedeu entrevista exclusiva ao g1. Executivo afirma que estratégia de preços e expansão das importações provocou reação das montadoras tradicionais no Brasil. Por André Fogaça, Raphael Martins, g1 — São Paulo

Em entrevista exclusiva ao g1, o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy, foi direto ao ponto: a meta é vender 600 mil carros por ano e colocar a marca no topo das vendas no Brasil até o fim desta década.

A declaração é ousada, mas o desempenho recente da empresa indica que a meta não deve ser subestimada. A BYD iniciou as vendas de carros no Brasil em 2022, com os modelos Tan e Han, e sequer figurava entre as 21 fabricantes que mais venderam veículos no país.

Com pouco mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, a BYD precisa multiplicar seus emplacamentos por seis para atingir a meta da diretoria. A Fiat, líder em 2025, registrou 533.710 veículos emplacados — volume 4,7 vezes maior que o da chinesa.

Aos poucos, porém, a montadora vai incomodando as líderes: nas vendas no varejo — quando o carro é vendido com intermediação da concessionária — o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido do Brasil neste ano, superando modelos populares como Volkswagen Tera e Hyundai Creta.

Em entrevista exclusiva ao g1, o vice-presidente sênior da BYD, Alexandre Baldy, foi direto ao ponto: a meta é vender 600 mil carros por ano e colocar a marca no topo das vendas no Brasil até o fim desta década.

A declaração é ousada, mas o desempenho recente da empresa indica que a meta não deve ser subestimada. A BYD iniciou as vendas de carros no Brasil em 2022, com os modelos Tan e Han, e sequer figurava entre as 21 fabricantes que mais venderam veículos no país.

Em 2023, foram 17.937 unidades vendidas e o 15º lugar, à frente de RAM (16.951) e BMW (15.108).Em 2024, a marca registrou 76.811 emplacamentos e alcançou o 10º lugar, superando Caoa Chery (60.929), Ford (48.311) e Citroën (33.885).Em 2025, foram 112.814 unidades vendidas e o 8º lugar, à frente de Honda (103.460) e Nissan (77.808).

Com pouco mais de 100 mil unidades vendidas no ano passado, a BYD precisa multiplicar seus emplacamentos por seis para atingir a meta da diretoria. A Fiat, líder em 2025, registrou 533.710 veículos emplacados — volume 4,7 vezes maior que o da chinesa.

Aos poucos, porém, a montadora vai incomodando as líderes: nas vendas no varejo — quando o carro é vendido com intermediação da concessionária — o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido do Brasil neste ano, superando modelos populares como Volkswagen Tera, Chevrolet Onix e Hyundai Creta.

BYD Dolphin Mini: 18.052 emplacamentos;Hyundai Creta: 17.197 emplacamentos;Volkswagen Tera: 15.495 emplacamentos;Fiat Strada: 14.461 emplacamentos;Chevrolet Tracker: 14.349 emplacamentos;Volkswagen Nivus: 13.683 emplacamentos;BYD Song: 13.495 emplacamentos;Volkswagen Polo: 12.778 emplacamentos;Hyundai HB20: 11.217 emplacamentos;Chevrolet Onix: 11.142 emplacamentos.

“Quando a gente fala que vai fabricar 600 mil carros em solo brasileiro, é para atender a América Latina, sim, mas o nosso objetivo é que a gente possa chegar até 2030 como marca número 1 de vendas de carros aqui no mercado brasileiro”, afirma Baldy.

No Brasil, apenas um complexo industrial tem capacidade semelhante: a fábrica da Stellantis, em Betim (MG), que pode produzir até 650 mil veículos por ano e reúne marcas como Fiat e Peugeot. Além de atender ao mercado interno, o complexo também exporta para mais de 30 países.

Ao g1, o político que virou executivo também faz críticas a concorrentes e à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com quem trava uma disputa sobre carga tributária e concorrência desde a chegada da empresa ao país.

Embate com a Anfavea sobre Importação;Marcas tradicionais deram 'tapa na cara' do consumidor;BYD Dolphin Mini custa menos para manter que uma moto;Críticas ao boicote ao Salão do Automóvel;Polêmica sobre tecnologia de carregamento e "ignorância".

Até a publicação desta reportagem, a BYD concentra a produção em kits que chegam quase prontos do exterior. Esses conjuntos são montados na fábrica da empresa na Bahia e, depois, os veículos são entregues aos clientes.

“É impraticável qualquer indústria automobilística vir para o Brasil investir bilhões de reais e não começar pelo regime de montagem. Não existe, não existiu”, aponta Baldy.

Esse tipo de montagem tinha carga tributária menor em comparação aos impostos pagos por outras montadoras no Brasil, o que gerou atritos no setor. O tema motivou uma carta assinada por fabricantes, com apoio da Anfavea.

“O presidente da Anfavea esteve lá na nossa inauguração. Eles sabe o tamanho do nosso investimento. Então, quer dizer, nós somaremos à Anfavea sendo contrários ao regime de montagem”, disse

A pressão surtiu efeito: o governo antecipou a recomposição do imposto de importação, que passou a 35% para todos. A BYD afirma que pretende avançar para a fabricação completa dos veículos, mas ainda não informou quando isso deve ocorrer.

“Você começa com o regime de montagem, como é conhecido como SKD. Aí você ultrapassa esse momento e vai para um regime de mais a fabricação de alguns componentes, até você chegar na fabricação completa, e esta é a motivação do nosso investimento no Brasil”, aponta o executivo.

Segundo Baldy, os kits devem chegar cada vez menos prontos, com a inclusão gradual de etapas realizadas no Brasil, como soldagem, moldagem de peças e pintura.

Baldy afirmou que a chegada da BYD ao Brasil provocou reação das montadoras tradicionais, principalmente por causa da estratégia de preços mais baixos. Na prática, o lançamento do Dolphin desencadeou um “efeito dominó” nos preços de alguns carros elétricos.

Baldy deu outro nome ao fenômeno. “Eu não vou dizer que seja de indignação, isso é medo, porque quando nós chegamos no Brasil, foi um tapa na cara, promovido pelos nossos concorrentes”, disse Baldy.

Renault Kwid E-Tech: de R$ 149.990 para R$ 99.990;JAC E-JS1: de R$ 164.900 para R$ 154.900;Caoa Chery iCar: de R$ 149.990 para R$ 139.990;Peugeot e-2008: de R$ 259.990 para R$ 159.990.

“Qual que é a sensação do consumidor em relação a esse tipo de atitude. Então nós promovemos no Brasil um verdadeiro chacoalho na indústria automobilística”, aponta Baldy.

Em uma das declarações mais polêmicas da entrevista, Baldy afirmou que o Dolphin Mini tem custo de uso menor do que motocicletas populares.

“O nosso BYD Dolphin Mini, é mais econômico que andar numa moto. Se você comparar com uma moto, seja uma Honda Biz ou uma Honda CG, é mais barato você dirigir um BYD Dolphin Mini. Você gasta com 20.000 km R$ 380 para fazer uma revisão”, apontou o executivo.

O carro, porém, exige um investimento inicial muito mais alto: o Dolphin Mini custa R$ 119.990 — valor suficiente para comprar nove unidades da Honda Biz zero quilômetro, cada uma por R$ 13.240.

O Salão do Automóvel de São Paulo ficou sete anos sem ser realizado e retornou em 2025 com formato semelhante ao das edições anteriores, mas com menos marcas de destaque do setor.

Participaram empresas como BYD, Denza, Caoa Chery e Changan, além de Fiat, Jeep, Peugeot, RAM, GAC, Geely, Honda e Hyundai, mas as ausências chamaram ainda mais atenção.

Ficaram de fora marcas tradicionais como Ford, Chevrolet, Volkswagen, Nissan, Audi, Porsche, Mercedes-Benz e BMW.

Para Baldy, a postura de grandes marcas — que pedem mudanças fiscais ao governo e depois não participam do evento — foi “ridícula”.

“Quando é para reclamar em benefício de proteção própria, tudo se une ali na Anfavea e correm para fazer os pleitos que são necessários no governo. Então, acho que isso é um pouco desleal”.

Até fevereiro de 2026, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) aponta a existência de 21.061 eletropostos no Brasil. Desse total, 14.582 são de recarga lenta, em que um carro elétrico leva cerca de oito horas para completar a carga.

Os carregadores rápidos representam menos da metade do total, com 6.479 pontos no país. Neles, os veículos conseguem recarregar em menos de uma hora.

Apesar do crescimento no número de pontos, ainda há grandes regiões sem infraestrutura de recarga, e poucas marcas investem na expansão da rede.

Na década passada, o grupo Volkswagen criou rotas com carregadores, como na Rodovia Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Mais recentemente, a Volvo avançou ao conectar outros centros urbanos.

Baldy rebate as críticas de que a BYD não investiu. “aqueles que comentam ou que fazem esse tipo de comentário ou desconhecem a tecnologia ou são ignorantes”, disse.

Ele destacou a chegada de carregadores ultrarrápidos ao Brasil, com a promessa de recuperar cerca de 400 quilômetros de autonomia em apenas cinco minutos de recarga.

“As nossas concessionárias Denza terão os carregadores super rápidos instalados já nesse ano de 2026 e outros pontos que nós estamos hoje discutindo para serem hubs de carregamento para oferecerem inclusive este nosso carregador super rápido”, disse Baldy.

Os modelos da Denza, submarca de luxo da BYD, são compatíveis com esses carregadores ultrarrápidos.

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De renda extra a negócio próprio: como transformar uma ideia em uma empresa sua

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 13/05/2026 03:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor De renda extra a negócio próprio: como transformar uma ideia em uma empresa sua Veja estratégias para testar produtos, entender a demanda e crescer de forma segura antes de investir mais dinheiro. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Começar com uma renda extra tem sido o primeiro passo para quem quer empreender e aumentar a renda mensal. Cada vez mais pessoas apostam em ideias simples — como produção de alimentos, prestação de serviços ou vendas on-line — para complementar o orçamento.

Em muitos casos, o que começa como atividade paralela acaba se transformando no negócio principal, com potencial de faturar mais de R$ 5 mil por mês. Mas especialistas alertam que não basta ter uma boa ideia.

O processo exige validação: é preciso testar o produto, entender se há demanda e ouvir o cliente antes de investir mais dinheiro. Começar pequeno ajuda a reduzir riscos e evitar prejuízos.

Criar um MVP (Minimum Viable Product), ou produto mínimo viável, ajuda a sair do “achismo” e a verificar, na prática, se o negócio tem chances reais de dar certo.

Neste vídeo, o g1 mostra como transformar uma renda extra em negócio principal, com dicas de especialistas sobre planejamento, testes e crescimento sustentável — e explica os principais cuidados para dar esse passo sem comprometer o orçamento.

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Escala 6×1: Durigan diz que é ‘radicalmente contra’ compensar empresas em caso de redução de jornada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 20:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,09%Dólar TurismoR$ 5,091-0,01%Euro ComercialR$ 5,747-0,24%Euro TurismoR$ 5,989-0,35%B3Ibovespa180.342 pts-0,86%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que é "radicalmente contra" compensar o setor produtivo caso prospere alguma das proposições no Congresso que preveem o fim da escala 6×1. Para ele, "a titularidade da hora do trabalho não é do empregador".

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência na comissão especial da Câmara dos Deputados — Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

"A gente tem tratado da 6×1, com redução de horas trabalhadas na semana, sem redução de salário, e muita gente fala em indenização, em compensação. Eu sou radicalmente contra isso”, afirmou Durigan, que participa de audiência na Câmara dos Deputados sobre o tema.

“Não cabe indenização. Quando a gente reconhece ganhos geracionais, isso não é só Brasil que faz, isso é um debate mundial, outros países fazem, fazem melhor que a gente e fizeram há muitos anos e não coube indenização para quem não é o titular da hora de trabalho”, argumentou o ministro.

uma proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎 Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Consumo de vinho no Brasil bate recorde em 2025 e avança na contramão do mercado global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 15:58

Agro Consumo de vinho no Brasil bate recorde em 2025 e avança na contramão do mercado global Segundo a OIV, o Brasil consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho no ano passado, alta de 41,9% sobre 2024. No mesmo período, o consumo mundial caiu 2,7%, e o país também ampliou sua área de vinhedos pelo quinto ano seguido. Por France Presse

O volume representa crescimento de 41,9% em relação a 2024, segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

A área de vinhedos no país cresceu 9,6% e alcançou 91 mil hectares, no quinto ano consecutivo de expansão.

O Brasil foi um dos poucos destaques positivos no mercado mundial de vinhos em 2025. Enquanto o consumo global recuou 2,7%, o país registrou o maior volume de consumo de sua história, segundo estimativas divulgadas nesta terça-feira (12) pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

Segundo maior mercado da América do Sul, o Brasil consumiu 4,4 milhões de hectolitros no ano passado. Um hectolitro equivale a 100 litros. O resultado representa um aumento de 41,9% em relação a 2024, quando o consumo havia sido excepcionalmente baixo.

No mundo, o consumo de vinho somou 208 milhões de hectolitros em 2025. De acordo com a OIV, as compras globais vêm encolhendo de forma contínua e já acumulam queda de 14% desde 2018.

Entre os principais mercados, a tendência foi predominantemente de retração. Na Argentina, o consumo caiu pelo quinto ano seguido, recuando 2,6% em relação a 2024, para 7,5 milhões de hectolitros.

Entre os dez maiores consumidores do mundo, apenas Portugal apresentou crescimento no ano passado, impulsionado pela demanda interna.

Segundo a OIV, a redução do consumo reflete mudanças nos hábitos dos consumidores e, desde a pandemia de covid-19, também a perda de poder de compra das famílias e o aumento dos custos e dos preços.

Os Estados Unidos, que durante muitos anos lideraram o mercado mundial de vinhos, reduziram o consumo em 4,3% em 2025, para 31,9 milhões de hectolitros.

Na França, principal mercado da União Europeia, a queda foi de 3,2%, para 22 milhões de hectolitros, mantendo uma trajetória de redução observada há várias décadas.

Na União Europeia, responsável por 48% do consumo global, a Itália também registrou retração, de 9,4%, para 20,2 milhões de hectolitros. Alemanha e Espanha seguiram a mesma tendência.

Ao lado do Brasil, o Japão esteve entre os poucos países que apresentaram aumento no consumo de vinho em 2025.

A China, por sua vez, perdeu posições no ranking mundial. Atualmente, é o 11º maior consumidor de vinho, depois de ocupar a sexta colocação em 2020. Desde 2018, o país vem reduzindo suas compras de forma contínua.

O avanço brasileiro não se limitou ao consumo. O país também ampliou a área dedicada ao cultivo de uvas para vinho, em contraste com a tendência de retração observada em diversos produtores internacionais.

A Espanha, que possui a maior área de vinhedos do mundo, somava 919 mil hectares em 2025, uma redução de 1,3% em relação ao ano anterior.

Na América do Sul, a Argentina manteve a trajetória de queda iniciada em 2015 e encerrou 2025 com 196 mil hectares, 1,9% abaixo do registrado em 2024.

O Chile também continuou encolhendo sua área cultivada. Em 2025, os vinhedos do país ocuparam 154 mil hectares, uma queda de 3,7% no ano. Desde 2019, a área total recuou 27%.

Na direção oposta, o Brasil expandiu sua área de vinhedos pelo quinto ano consecutivo, alcançando 91 mil hectares em 2025, um crescimento de 9,6% na comparação com o ano anterior.

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Cade analisa se houve irregularidades na venda de mina de terras raras para empresa dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/05/2026 02:27

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

Mina de terras raras em Minaçu (GO) é alvo de acordo bilionário entre empresa brasileira e americana; operação prevê expansão da produção e fornecimento por 15 anos — Foto: Divulgação/Serra Verde

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) instaurou um procedimento administrativo para apuração de ato de concentração (APAC) envolvendo a Serra Verde Pesquisa e Mineração S.A. (Serra Verde), em Goiás, e a USA Rare Earth, Inc. (USAR).

🔎 O procedimento de Apuração de Ato de Concentração (APAC) no Cade investiga fusões, aquisições ou associações de empresas consumadas sem a devida aprovação prévia do órgão.➡️ A empresa americana USA Rare Earth firmou um acordo para adquirir participação na mineradora Serra Verde, responsável por uma mina de terras raras em Minaçu, no norte de Goiás, em uma transação avaliada em cerca de US$ 2,8 bilhões. ➡️O negócio prevê a combinação das operações das duas companhias para criar uma cadeia completa de produção — da extração à fabricação de ímãs — fora da Ásia, região que hoje domina esse mercado.

Conforme o Cade, o processo busca entender se a combinação de negócios da Serra Verde e da USAR e o acordo de fornecimento informados configurariam ato de concentração. Caso o Conselho entenda que sim, será realizada uma avaliação se seria caso de notificação obrigatória ou, se as empresas deveriam ter submetido a operação a verificação de possível impactos concorrenciais.

Após o acordo com a empresa USA Rare Earth pela venda da mina por US$ 2,8 bilhões, a mineradora foi alvo de críticas por parte de autoridades, que questionaram a negociação com "recursos do subsolo brasileiro que pertencem à União".

"A abertura do APAC não significa necessariamente que os atos deverão ser notificados ou que haja problemas concorrenciais. Ao final de sua apuração, a Superintendência-Geral poderá decidir pelo seu arquivamento, pela consumação da operação, ou pela abertura de processo administrativo", divulgou o Conselho.

Mina de terras raras vendida a empresa dos EUA por US$ 2,8 bilhões em Goiás: o que muda na prática?

O acordo entre a mineradora goiana e a empresa dos EUA cria uma empresa multinacional com oito operações, no Brasil, EUA, França e Reino Unido, ressaltou o Cade. Dessa forma, a empresa passa a ter operações ativas em toda a cadeia de suprimento de terras leves e pesadas.

Além disso, a Serra Verde assinou um contrato de 15 anos para destinar 100% da produção de sua Fase I a uma Sociedade de Propósito Específico (SPE). A empresa é financiada por agências governamentais dos Estados Unidos e capital privado, garantindo preços mínimos para suas terras raras magnéticas.

Segundo a empresa, o material exportado é rico em elementos estratégicos como neodímio, praseodímio, disprósio e térbio, fundamentais para a produção de ímãs permanentes usados em veículos elétricos, turbinas eólicas e outras tecnologias de energia limpa.

"Ao longo dos últimos 16 anos, a empresa investiu mais de US$ 1 bilhão para construir uma operação integrada de mineração e processamento que transforma o minério em um produto intermediário de maior valor agregado: o Carbonato Misto de Terras Raras de alta pureza", disse a Serra Verde ao g1.

"Ainda não dispomos da tecnologia necessária para separar terras raras em escala industrial. No entanto, a combinação com a USA Rare Earth nos dá acesso a essa tecnologia, e definiremos o local para a separação após a realização de uma análise técnica e econômica completa. A separação no Brasil está sendo avaliada", afirmou a mineradora.

🔎 As "terras raras" são um grupo de 17 elementos químicos conhecidos por suas propriedades magnéticas e condutoras únicas. Apesar do nome, eles não são necessariamente "raros" na crosta terrestre, mas são extremamente difíceis de serem encontrados em concentrações puras e de difícil extração mineral.

A Serra Verde é a única mineradora fora da Ásia a produzir em escala comercial quatro elementos magnéticos essenciais. O depósito de argila iônica em Minaçu, onde os minerais são extraídos, é um dos maiores do mundo, e possui um diferencial devido aos impactos ambientais relativamente baixos.

Em entrevista ao g1, Ricardo Grossi, presidente e diretor de operações da Serra Verde, informou que a negociação não irá promover mudanças imediatas na operação no Brasil e que a gestão local segue inalterada.

“A mina e a planta em Minaçu seguem operando normalmente, sob a liderança da equipe atual, com continuidade da estratégia já em curso. A operação permanece focada no ramp-up e na expansão previstos, e a gestão local segue inalterada. Ao mesmo tempo, o acordo fortalece a empresa ao dar acesso à tecnologia ao longo de toda a cadeia produtiva e maior integração global, sem alterar o dia a dia da operação”, explicou.

Após a negociação, o foco da mineradora continua sendo a execução do projeto de otimização e expansão para elevar a produção para 6,4 mil toneladas por ano de óxidos de terras raras até o fim de 2027.

“Depois disso, a empresa combinada estará em uma posição mais forte para crescer e investir, potencialmente criando novas funções e promovendo um desenvolvimento econômico significativo em torno de Minaçu”, destacou Grossi.

A mineradora iniciou sua produção comercial em janeiro de 2024. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em 2025, foram exportadas quase 678 toneladas de terras raras para a China.

No entanto, em 2026, Goiás exportou apenas 2 toneladas para os Estados Unidos, com valor de US$ 67 mil. No ano passado, foram exportados 51 kg para os norte-americanos.

TERRAS RARAS: Rede entra com ação no STF para suspender acordo com empresa dos EUA sobre mina de GoiásNEGOCIAÇÃO: Empresa americana compra mina em Goiás por US$ 2,8 bilhõesENTENDA: Mina de terras raras vendida a empresa dos EUA por US$ 2,8 bilhões em Goiás: o que muda na prática?

Mineração Serra Verde é considerada a única operação fora da Ásia a produzir, em escala, os quatro elementos magnéticos essenciais de terras raras — Foto: Divulgação/Serra Verde

A negociação foi anunciada pela USA Rare Earth no dia 20 de abril e prevê a combinação das operações das duas companhias para liderar toda a cadeia produtiva, desde a extração das terras raras, às etapas de separação, processamento dos elementos, até a fabricação de ímãs permanentes.

Do montante de US$ 2,8 bilhões, US$ 300 milhões serão pagos em dinheiro e o restante em ações. Além da aquisição, o acordo inclui um contrato de fornecimento de 15 anos. Também serão estabelecidos preços mínimos para os minerais, o que garante previsibilidade de receita e reduz riscos para a operação.

Na sexta-feira (24), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o subsolo do território brasileiro pertence à União e que cabe a ela regulamentar a exploração de terras raras e minerais críticos.

Em entrevista à emissora governamental Canal Gov, ele ressaltou que o memorando de entendimento entre o governo de Goiás e os Estados Unidos para a exploração de terras raras no estado tem um vício de inconstitucionalidade e "não se sustenta".

O acordo também é alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). O partido Rede Sustentabilidade solicitou à Corte que avalie se a operação fere a Constituição Federal e, caso se confirme, a suspenda.

No final da tarde desta sexta-feira (24), o partido, em conjunto com a deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ), ingressou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). O grupo argumenta que a estruturação da nova empresa precisa ser avaliada porque recursos minerais estratégicos são bens estes pertencentes à União.

Além disso, deputados do PSOL chegaram a protocolar, na última quarta-feira (22), uma representação na Procuradoria-Ge'ral da União (PGR) questionando a legalidade da aquisição da mineradora Serra Verde pela empresa americana USA Rare Earth.

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OpenAI investe US$ 4 bilhões em nova empresa para impulsionar IA corporativa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 13:45

Tecnologia OpenAI investe US$ 4 bilhões em nova empresa para impulsionar IA corporativa Para ampliar rapidamente a nova unidade, a OpenAI vai comprar uma consultoria em IA, a Tomoro. Por Reuters

A OpenAI disse nesta segunda-feira (11) que está criando uma nova empresa com mais de US$4 bilhões de investimento inicial para ajudar empresas a criar e implantar sistemas de inteligência artificial.

Para ampliar rapidamente a nova unidade, a OpenAI vai comprar uma empresa de consultoria em IA, a Tomoro.

Depois que seus primeiros modelos tiveram forte ressonância entre os consumidores, a OpenAI tem trabalhado agressivamente para assinar contratos corporativos e estabelecer uma grande presença no mundo dos negócios.

O logotipo OpenAI é exibido em um telefone celular com uma imagem em um monitor de computador gerada pelo modelo de texto para imagem Dall-E do ChatGPT, 8 de dezembro de 2023, em Boston. — Foto: AP/Michael Dwyer

A OpenAI disse nesta segunda-feira (11) que está criando uma nova empresa com mais de US$4 bilhões de investimento inicial para ajudar empresas a criar e implantar sistemas de inteligência artificial.

Para ampliar rapidamente a nova unidade, a OpenAI vai comprar uma empresa de consultoria em IA, a Tomoro.

Depois que seus primeiros modelos tiveram forte ressonância entre os consumidores, a OpenAI tem trabalhado agressivamente para assinar contratos corporativos e estabelecer uma grande presença no mundo dos negócios.

O empreendimento, que será de propriedade e controle majoritários da OpenAI, também ocorre no momento em que a rival Anthropic obtém grande sucesso em sua iniciativa de IA empresarial, com sua família de modelos Claude sendo rapidamente adotada.

A nova empresa, chamada OpenAI Deployment Company, ajudará o fabricante do ChatGPT a incorporar engenheiros especializados na implantação de IA de fronteira onde trabalharão em estreita colaboração com várias equipes para identificar como a IA pode causar o maior impacto, disse a OpenAI.

A aquisição da Tomoro trará cerca de 150 engenheiros de IA experientes e "especialistas em implantação" para a nova unidade desde o primeiro dia.

A Tomoro foi formada em 2023 em aliança com a OpenAI e tem clientes como Mattel, Red Bull, Tesco e Virgin Atlantic, de acordo com seu site.

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