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Cachorro é infectado por praga mortal nos Estados Unidos, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 14:51

Agro Cachorro é infectado por praga mortal nos Estados Unidos, diz agência Casos de infecção pela mosca-da-bicheira subiram para quatro após bezerro e cão testarem positivo. Segundo órgão americano, os animais estão a centenas de quilômetros um do outro no Texas. Por Redação g1

Imagem de uma mosca-da-bicheira (Cochliomyia hominivorax). — Foto: Departamento de Agricultura dos EUA.

Segundo a agência Associated Press, mais dois casos da mosca-da-bicheira foram confirmados no Texas, Estados Unidos. Isso demonstra a dificuldade de interromper a disseminação de uma praga que pode potencialmente devastar a indústria pecuária do país, anunciou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta segunda-feira (8).

A mosca-da-bicheira é, na verdade, uma larva que se alimenta de tecido vivo em vez de matéria morta. As fêmeas depositam seus ovos em feridas abertas de qualquer animal de sangue quente, como bovinos, mas animais silvestres, animais de estimação e, ocasionalmente, até seres humanos podem ser infestados.

O USDA informou que os novos casos foram encontrados em um bezerro e em um cão, separados por centenas de quilômetros, nos condados de La Salle e Andrews, no Texas.

Isso eleva para quatro o número total de casos confirmados. A mosca-da-bicheira foi identificada pela primeira vez em um bezerro de três semanas no começo de junho, e um segundo caso foi encontrado a apenas alguns quilômetros de distância, também em um bezerro jovem.

“Enquanto lidamos com essas ocorrências que exigem atenção imediata e continuamos a coletar amostras de casos suspeitos, estamos simultaneamente trabalhando para erradicar completamente a praga”, disse em comunicado Dudley Hoskins, subsecretário de marketing e regulamentação do USDA.

Antes de ser eliminada nos Estados Unidos na década de 1960, a mosca era um problema anual de clima quente para os pecuaristas.

O USDA e a indústria pecuária dos Estados Unidos vêm se preparando para uma infestação desde que a praga foi detectada no México no fim de 2024, após décadas sendo contida no extremo sul do Panamá.

O governo combate a mosca por meio da criação de machos estéreis, que então acasalam com fêmeas selvagens, que acasalam apenas uma vez durante sua vida, que dura vários meses.

Ao acasalarem com machos estéreis, as fêmeas não produzem mais moscas e os surtos podem eventualmente ser interrompidos.

O USDA anunciou planos para aumentar a produção de moscas estéreis em instalações fora dos Estados Unidos enquanto constrói uma fábrica de moscas no Texas.

A secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, receberá uma atualização sobre a infestação na tarde de segunda-feira no U.S. Livestock Insects Research Laboratory, em Kerville, Texas.

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‘Pense fora da caixa’: como evitar que IA enferruje seu cérebro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/05/2026 13:44

Tecnologia 'Pense fora da caixa': como evitar que IA enferruje seu cérebro O GPS prejudicou nosso senso de direção. Os mecanismos de busca enfraqueceram a memória. Agora, cientistas alertam que a IA pode fazer o mesmo com habilidades que vão da criatividade ao pensamento crítico. Por BBC

Estudos sugerem que pessoas que dependem excessivamente de ferramentas como o ChatGPT podem enfrentar prejuízos em áreas como criatividade, capacidade de atenção, pensamento crítico e memória — Foto: Getty Images via BBC

Anos atrás, eu passei a me obrigar a usar inteligência artificial (IA) o máximo possível. Se pretendia escrever sobre o tema, também precisava usar a tecnologia. Mas uma série de estudos publicados no último ano começaram a me preocupar: será que estou prejudicando o meu cérebro nesse processo?

Esses estudos sugerem que pessoas que dependem excessivamente de ferramentas como o ChatGPT podem enfrentar prejuízos em áreas como criatividade, capacidade de atenção, pensamento crítico e memória.

Outros levantam a preocupação de que o uso da IA esteja reduzindo o esforço mental necessário para desenvolver pensamento crítico, e de que, como sociedade, possamos passar a produzir menos ideias originais. Ainda assim, essa linha de pesquisa é muito recente, e as respostas continuam incertas. Devemos nos preocupar?

"De modo geral, sim", afirma Adam Greene, professor de neurociência e diretor do Laboratório de Cognição Relacional da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos.

Segundo Greene, o tema envolve muitas nuances, mas a IA tende a assumir tarefas que antes exigiam esforço mental. "Há muitas evidências de que, se você deixa de exercitar determinados tipos de pensamento, sua capacidade de realizar esse tipo de raciocínio tende a se deteriorar."

Mesmo para quem não procura usar ferramentas como ChatGPT ou Claude, respostas geradas por IA já aparecem no topo das buscas do Google, enquanto grandes empresas de tecnologia aceleram a integração desses sistemas nos celulares. A tecnologia está cada vez mais difícil de evitar, mas há medidas que podem reduzir os principais riscos.

Para Jared Benge, professor e neuropsicólogo clínico da Escola de Medicina Dell, da Universidade do Texas, nos EUA, a questão é mais complexa do que parece. Usar IA não significa, automaticamente, que a tecnologia fará mal. Se a IA aliviar a carga mental e permitir foco em tarefas mais importantes, por exemplo, isso pode até trazer benefícios cognitivos.

"Por que imaginar que a IA seria tão diferente de outras tecnologias às quais o cérebro humano já se adaptou?", questiona Benge. "A ferramenta, por si só, não é boa nem ruim."

Como ocorre com qualquer tecnologia, os efeitos da IA dependem do modo como ela é usada. Ainda assim, as preocupações são sérias o suficiente para levar usuários a repensar a forma como utilizam essas ferramentas, antes que seja tarde.

Com isso em mente, conversei com alguns dos principais especialistas da área para entender como a IA pode ser usada sem prejudicar nossas capacidades mentais.

Há cerca de 20 anos, surgiu a ideia de que a dependência excessiva da tecnologia poderia provocar uma espécie de "demência digital", marcada pela deterioração da memória de curto prazo e de outros processos cognitivos. Recentemente, Benge, da Universidade do Texas, participou de uma meta-análise que analisou 57 estudos envolvendo mais de 411 mil adultos. Ao final, os pesquisadores não encontraram evidências de "demência digital". Pelo contrário: o uso de tecnologia parecia reduzir o risco de comprometimento cognitivo.

As pesquisas mostram que pessoas que dependem de sistemas de navegação por satélite, como GPS, deixam de formar mapas mentais do ambiente ao redor, e sua memória espacial tende a piorar com o tempo. Algo semelhante ocorreu com os mecanismos de busca, em um fenômeno que ficou conhecido como "efeito Google". Aparentemente, temos menos tendência a memorizar informações encontradas em buscadores porque acessá-las exige pouco esforço.

Em outras palavras, o cérebro tende a perder habilidade em tarefas que delegamos a ferramentas externas. E a IA pode ser o instrumento de terceirização cognitiva mais poderoso já criado.

A IA pode estar tornando as pessoas menos criativas, menos analíticas e prejudicando a memória, mas especialistas dizem que ainda é possível evitar esses efeitos — Foto: Getty Images via BBC

"O que a IA está fazendo é nos oferecer, pela primeira vez, uma maneira fácil de trocar o processo pelo resultado", afirma Greene, da Universidade de Georgetown. O texto pode ficar melhor escrito. A apresentação pode parecer mais sofisticada. A piada da festa de aposentadoria pode funcionar perfeitamente. Mas o esforço mental, a dificuldade, as tentativas frustradas e o momento em que algo finalmente faz sentido são justamente o que o cérebro precisa.

"É como ir à academia e deixar um robô levantar os pesos por você", diz Greene. "Você não ganha nada com isso."

Um estudo recente mostrou que usuários mais frequentes de IA tiveram desempenho significativamente pior em um teste padrão de pensamento crítico. A explicação seria o hábito de transferir parte do raciocínio para sistemas automatizados, ou robôs. Os pesquisadores também observaram que muitas pessoas passam a confiar mais na IA do que no próprio julgamento, mesmo quando a ferramenta está errada. Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, chamam esse fenômeno de "rendição cognitiva".

O problema tende a ser maior quando o usuário conhece pouco o assunto. Um estudo da Microsoft Research concluiu que o risco aumenta justamente em áreas nas quais a pessoa tem menos familiaridade. "Se o usuário não tem conhecimento suficiente para avaliar se a resposta é boa ou não, aí está o perigo", afirma Hank Lee, doutorando da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, e coautor do estudo.

Para Lee, a solução começa antes mesmo de abrir o aplicativo. Se você não confia automaticamente na resposta de um desconhecido, também não deveria confiar cegamente na IA. São justamente esses temas que exigem julgamento próprio.

Uma alternativa é formular antes uma visão inicial sobre o assunto e usar a IA para testar ou confrontar esse raciocínio, em vez de simplesmente aceitar a resposta da ferramenta. Assim, a IA funciona como um instrumento para colocar o pensamento à prova, e não para substituí-lo.

Ao recorrer à IA para buscar informações importantes, especialistas recomendam se envolver ativamente com o conteúdo. Fazer anotações, de preferência à mão, embora digitá-las também ajuda, pode contribuir para a retenção — Foto: Getty Images via BBC

"Quando algo está diante de você, é comum acreditar que a informação já foi armazenada na memória de longo prazo, quando isso nem sempre acontece", afirma Barbara Oakley, professora emérita de engenharia da Universidade de Oakland, nos EUA, que pesquisa o funcionamento do aprendizado no cérebro.

Pesquisas iniciais indicam que a IA pode afetar a capacidade de retenção de informações. Um levantamento com 494 estudantes mostrou que usuários mais frequentes do ChatGPT relataram mais episódios de perda de memória. Avaliações feitas pelos próprios participantes não constituem prova científica definitiva, mas outros trabalhos apontam na mesma direção. Um estudo de 2024 ainda não publicado, por exemplo, sugere que resolver pequenos problemas antes de usar um chatbot de IA pode melhorar o aprendizado obtido com a ferramenta.

Ao recorrer à IA para buscar informações importantes, especialistas recomendam desacelerar e se envolver mais ativamente com o conteúdo. Fazer anotações, de preferência à mão, embora digitá-las também ajuda, pode contribuir para a retenção. Também é possível pedir à IA que faça perguntas sobre o tema ou crie flashcards (cartões de revisão, em tradução livre).

O esforço faz diferença. Pode parecer excessivamente trabalhoso, mas a ideia é justamente introduzir algum grau de dificuldade no processo.

A IA é extremamente eficiente para gerar ideias. E esse é justamente o problema. Pesquisas indicam que pessoas que usam IA em tarefas criativas tendem a produzir ideias mais previsíveis e menos originais do que aquelas que não recorrem à tecnologia. Isso pode enfraquecer a sua capacidade criativa.

Segundo Greene, da Universidade Georgetown, a criatividade surge quando o cérebro estabelece conexões inesperadas. Quando essa tarefa é delegada à IA, parte desse exercício mental se perde. "Estamos preocupados com a perda desse 'músculo criativo'", afirma Greene. "A IA nos leva, de várias formas, a acreditar que está tornando as pessoas mais criativas."

Uma forma de evitar isso é colocar primeiro as próprias ideias no papel, ainda que de maneira incompleta ou confusa. Vale passar mais tempo diante da página em branco e escrever o que vier à mente. A qualidade inicial importa menos do que o processo.

O que importa, segundo pesquisadores, é que o cérebro faça suas próprias conexões, recorrendo a experiências, memórias e conhecimentos pessoais para produzir algo singular. É aí que acontece o exercício mental. Só depois disso a IA deveria entrar em cena, para desenvolver, questionar ou aprimorar as ideias já formuladas.

Pesquisas sugerem que o excesso de estímulos tecnológicos também está tornando mais difícil manter o foco — Foto: Getty Images via BBC

Se você chegou até aqui no texto, parabéns. Mas se você já começou a perder a atenção, você não está sozinho. Pode ser apenas que este texto esteja entediante. Mas há pesquisas que sugerem que o excesso de estímulos tecnológicos também está tornando mais difícil manter o foco. A IA pode intensificar esse problema: as respostas estão disponíveis instantaneamente, e há inúmeras maneiras de escapar do esforço e do desconforto.

No entanto, a lógica é semelhante à das outras recomendações: optar conscientemente pelo caminho mais lento. Não peça ao ChatGPT para resumir aquele artigo longo. Passe algum tempo tentando resolver um problema difícil antes de recorrer a um robô. Permita-se sentir tédio. O desconforto faz parte do processo. É assim que o cérebro aprende a lidar e, eventualmente, a apreciar o esforço mental necessário para um pensamento mais profundo.

Não estou dizendo que as pessoas devem deixar de usar chatbots de IA, como ChatGPT, Claude ou Gemini. Mas tenho tentado usar essas ferramentas de maneira mais consciente, para garantir que eu continue pensando por conta própria. E isso pode nos deixar mais preparados para o futuro.

Segundo Greene, da Universidade Georgetown, o cérebro humano funciona de forma muito diferente da IA em aspectos fundamentais: somos capazes de criar conexões pessoais, inesperadas e genuinamente originais, algo que máquinas baseadas em probabilidade não conseguem reproduzir.

"A singularidade e a diversidade das ideias humanas serão de grande valor nos próximos anos", afirma Greene. Para ele, a necessidade de "pensar além dos robôs" tende a se tornar uma forma de adaptação social.

E, como lembra Benge, da Universidade do Texas, essa não é a primeira vez que a humanidade passa por uma transformação tecnológica desse tipo. "O cérebro humano sempre se adaptou à tecnologia. Nós nos adaptamos o tempo todo. Essa é uma das forças da nossa espécie", afirma. "Perdemos a capacidade de correr maratonas porque existem carros? Não. Isso apenas passou a ser uma atividade que as pessoas escolhem praticar."

As ferramentas mudam. Mas, ao que tudo indica, o desejo humano de pensar, criar e compreender o mundo por conta própria é muito mais difícil de automatizar.

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Feira cancelada vira negócio e faz confeiteira faturar R$ 12 mil por mês em Roraima

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/05/2026 02:45

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Feira cancelada vira negócio e faz confeiteira faturar R$ 12 mil por mês em Roraima O que começou como frustração acabou se transformando em oportunidade de negócio e renda para dezenas de empreendedores em Boa Vista, capital de Roraima. Por PEGN

A confeiteira Fernanda Paiva se preparava para vender seus produtos em uma feira local quando recebeu a notícia de que o evento havia sido cancelado de última hora.

Em vez de aceitar o prejuízo, Fernanda decidiu agir. Procurou a prefeitura para entender se seria possível organizar uma feira em uma das praças da cidade e conseguiu autorização.

Assim nasceu a Feirinha Criativa, que hoje reúne dezenas de pequenos empreendedores todos os fins de semana.

Para muitos participantes, a feira é mais do que um espaço de vendas — é uma forma de divulgar o trabalho e conquistar clientes.

A confeiteira Fernanda Paiva se preparava para vender seus produtos em uma feira local quando recebeu a notícia de que o evento havia sido cancelado de última hora. Como muitos dos participantes, ela já tinha produzido mercadorias — muitas delas perecíveis — e corria o risco de perder tudo.

“Foi uma surpresa muito grande para a gente. Nós nos programamos porque trabalhamos com bolos, que são produtos perecíveis, e de repente não pudemos vender”, conta.

Em vez de aceitar o prejuízo, Fernanda decidiu agir. Procurou a prefeitura para entender se seria possível organizar uma feira em uma das praças da cidade e conseguiu autorização. Assim nasceu a Feirinha Criativa, que hoje reúne dezenas de pequenos empreendedores todos os fins de semana.

Fernanda e a mãe, dona Erly, fazem bolos caseiros há seis anos. Nas feiras, chegam a vender mais de 750 fatias por edição, com diferentes sabores e receitas desenvolvidas ao longo do tempo.

O negócio gera cerca de R$ 9 mil por mês, mas o impacto da feira vai além das vendas da própria confeiteira. Ao organizar o evento, Fernanda abriu espaço para que outros pequenos produtores também pudessem comercializar seus produtos.

Hoje, cerca de 50 expositores participam das feiras, que acontecem em praças da cidade. Para participar, cada empreendedor paga uma taxa diária de R$ 75, usada para custear mesas, cadeiras e divulgação do evento.

“Nós acreditamos na livre concorrência. Ela incentiva cada um a melhorar cada vez mais”, afirma Fernanda.

Para muitos participantes, a feira é mais do que um espaço de vendas — é uma forma de divulgar o trabalho e conquistar clientes.

A empreendedora Sanny Shewron, que vende cookies, conta que estava prestes a perder toda a produção quando a feira original foi cancelada.

“Eu tinha passado a semana inteira preparando as massas e comprando mercadoria. Fiquei muito triste quando cancelaram”, lembra.

Já a comerciante Iszys Tavares, que vende pijamas, diz que cerca de 80% das vendas do negócio acontecem nas feirinhas.

Entre os expositores está também a confeiteira Nelcyara Noronha. Natural da comunidade de São Tomé, no interior do Amazonas, ela começou na confeitaria depois de trabalhar como atendente de padaria.

Autodidata, aprendeu receitas pesquisando e testando combinações de recheios. Hoje, vende em média 620 fatias de bolo por feira e produz até 49 bolos por dia em casa, com ajuda da família.

O negócio rende cerca de R$ 12 mil mensais, e Nel já formalizou a atividade como MEI. “Para a gente que é autônomo, cada feira significa renda para a família”, diz.

A estratégia de vender fatias — em vez do bolo inteiro — ajudou a atrair mais clientes. “Muita gente queria provar vários sabores, mas não queria comprar o bolo todo. Foi assim que surgiu a ideia das fatias.”

Mais do que um ponto de venda, a feira virou um espaço de networking e oportunidades para os pequenos empreendedores locais.

Segundo Fernanda, o objetivo é transformar a praça em um palco para novos negócios. “A gente tenta dar aquele empurrãozinho que o pequeno empreendedor precisa. Transformar a praça em uma vitrine de talentos”, afirma.

Para ela, a iniciativa acabou ganhando um significado maior.“Quando você impacta positivamente a vida de outras pessoas, deixa de ser apenas trabalho. Se torna um propósito de vida.”

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Reforma tributária: penalidade por não preencher nota fiscal com impostos sobre consumo começa em agosto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/04/2026 10:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,2%Dólar TurismoR$ 5,189-0,44%Euro ComercialR$ 5,838-0,04%Euro TurismoR$ 6,083-0,22%B3Ibovespa186.416 pts0,9%Oferecido por

O Ministério da Fazenda informou nesta sexta-feira (30) que a penalidade para as empresas que não preencherem os campos relativos aos impostos sobre o consumo, na nota fiscal eletrônica, começarão em agosto deste ano.

Isso ocorre porque a regulamentação da reforma tributária foi publicada nesta quinta-feira (30) no "Diário Oficial da União" (DOU).

A partir dessa publicação, os contribuintes têm um prazo de três meses para preencher as notas fiscais "destacando" os futuros impostos sobre o consumo:

Durante esse período de transição, até agosto, não há aplicação de penalidades pelo não preenchimento dos campos específicos da CBS e do IBS nos documentos fiscais eletrônicos (leia mais abaixo).

Com isso, as notas fiscais que não trouxerem preenchidos os campos dos futuros impostos sobre o consumo, a CBS federal e o IBS estadual, não serão automaticamente rejeitadas antes desse dia.

"A orientação consolida o caráter educativo que marcará 2026, ano inicial de implementação da Reforma Tributária. O período foi concebido como um tempo de aprendizado, testes e calibragem, tanto para contribuintes quanto para administrações tributárias. Além disso, a diretriz confere maior segurança jurídica, permitindo que os contribuintes ajustem gradualmente seus sistemas e rotinas fiscais ao novo modelo", explicaram a Receita Federal e o Comitê Gestor dos estados e municípios no fim do ano passado.

Uma nova plataforma tecnológica, que será inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIX, entra em funcionamento no próximo ano para operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços.

🔎 O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo – aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota pequena de 1%, que será "destacada", ou seja, abatida em outros tributos).A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do "split payment" começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado nas negociações entre empresas — o chamado "business to business", sem abranger o varejo.De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios).

Reportagem do g1 mostrou, em novembro, que a reforma tributária sobre o consumo está exigindo ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas a partir de 2026.

➡️Especialistas ouvidos relataram que as empresas despreparadas poderiam ter desde mercadorias paradas e incapacidade do contas a pagar, liquidar a fatura, até a possibilidade de a empresa não aproveitar os créditos tributários, gerando um impacto direto no fluxo de caixa.

➡️Já a Receita Federal negou que haverá um aumento de complexidade na emissão das notas fiscais, e também afastou interpretações de que poderá haver um cenário caótico para as empresas a partir de 2026.

Segundo o órgão, os campos das notas fiscais serão praticamente os mesmos de hoje, como: CNPJ ou CPF, de compradores ou vendedores, além da quantidade de produtos, valor da venda e códigos tributários, por exemplo.

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Rodízio de brigadeiros lota confeitaria e faz faturamento crescer mais de 200%

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 18/04/2026 04:59

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Rodízio de brigadeiros lota confeitaria e faz faturamento crescer mais de 200% Ideia de criar um rodízio de brigadeiro transformou pequena confeitaria, impulsionou produção para 10 mil doces por dia e levou empreendedora a faturar R$ 108 mil por mês. Por PEGN

A inovadora ideia de um rodízio de brigadeiros, que se expandiu para incluir salgados, foi o diferencial que alavancou o negócio.

Após abrir a primeira loja sozinha, a mãe de Leandra, Lili Schaefer, tornou-se funcionária fixa devido à demanda inesperada.

Um vídeo gravado por amigos influenciadores viralizou, gerando um aumento massivo de clientes e desafios iniciais de atendimento.

O faturamento mensal de R$ 108 mil é reinvestido na ampliação e melhorias, com Leandra aconselhando: "Se tu não tentar, como é que tu vai saber que deu certo?".

🍫 Um rodízio de brigadeiros tem lotado uma pequena confeitaria na Cidade Baixa, em Porto Alegre, e transformado completamente o negócio da confeiteira Leandra Winck.

A ideia, criada como alternativa para atrair mais clientes à loja física, impulsionou a produção diária para até 10 mil brigadeiros e aumentou o faturamento em mais de 200%.

O negócio começou quando Leandra, ainda estudante de engenharia de minas, percebeu que sua verdadeira paixão era a cozinha. Para complementar a renda, vendia brigadeiros pela cidade.

"Eu saía com uma caixinha", lembra a empreendedora, contando que com um dedicação de dez minutos para a venda, conseguia esvaziar o estoque.

A saudade da confeitaria falou mais alto e ela abandonou a faculdade para transformar o hobby em profissão. Entre vendas na rua e encomendas, juntou R$ 20 mil para abrir a primeira loja — sozinha.

O começo foi caótico. Na inauguração, a loja encheu além do esperado, e a mãe de Leandra, Lili Schaefer, que tinha ido apenas para ajudar por uma semana, nunca mais saiu. Hoje, é funcionária fixa.

“Eu sou responsável pelas massas, pelos brigadeiros, fazer as massas, os salgados, as tortas”, diz.

Com a demanda crescente, Lili se dedicou até a aprender o básico de panificação em uma padaria da cidade: Ela lembra o salto: "Se eu fazia 100 salgados, hoje eu faço 1.000, 2.000".

A virada veio quando Leandra decidiu criar o rodízio, inicialmente só de brigadeiros. O formato ganhou reforço com salgados e itens variados, como batata frita, cachorro-quente e pizza.

A operação exige cerca de 20 funcionários nos fins de semana e uma preparação que começa já na quinta-feira. O rodízio adulto custa R$ 54,90.

"A gente viu potencial naquilo", conta Rodrigo Martins, que, ao lado de Andressa Tacques, publicou o conteúdo de forma espontânea.

O post viralizou em dois dias. “Acho que foi a principal virada de chave”, afirma Rodrigo ao destacar a combinação inusitada de doces e salgados no mesmo rodízio.

A repercussão trouxe tanto elogios quanto dificuldades. No primeiro fim de semana, houve falhas no atendimento. Leandra reconheceu rapidamente os erros.

"A gente entra em contato com os clientes e fala de novo que a gente sabe que errou, a gente admite". Ela destaca a importância de aprender com as críticas: "Às vezes, para ti conseguir um cliente é muito difícil e pra ti perder, uma coisinha basta".

💰 O sucesso repentino levou à necessidade de investimento. O faturamento mensal passou a R$ 108 mil, e Leandra decidiu reinvestir tudo na operação: troca de fiação, novas fritadeiras, ampliação do espaço e reforma completa do prédio.

'Vai dar certo. Às vezes a gente pensa em desistir, muitas vezes. Mas segue, que vai dar certo, vai ter sucesso, vai fazer o que tu gosta, que tu ama"

Para quem pensa em empreender, ela também deixa um conselho: "Se tu não tentar, como é que tu vai saber que deu certo?"

O rodízio funciona apenas aos sábados, estratégia para manter a exclusividade e controlar a operação, embora Leandra estude ampliar para sextas-feiras.

Rua General Lima e Silva, 1345, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS – CEP: 30050103 Telefone: (51) 99759-0708 E-mail: liwinck21@gmail.com Site: https://pedido.anota.ai/loja/brigadeiros-da-li Instagram: https://www.instagram.com/brigadeirosli/ Facebook: https://www.facebook.com/brigadeirodali

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Passageiro de transporte aéreo tem novo canal da Anac para registrar reclamações e conferir seus direitos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 08:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

Anac lança novo canal de atendimento e reclamações para viajantes — Foto: Reprodução de site da Anac

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) inaugurou nesta semana uma nova plataforma que reúne, em um só ambiente, um espaço para registro e acompanhamento de reclamações, além de concentrar informações sobre direitos e deveres dos usuários e das companhias aéreas.

Chamado de Anac Passageiro, o novo canal já está disponível. Com a ferramenta, a Anac informou que pretende ampliar sua capacidade de monitorar os principais problemas enfrentados pelos passageiros e adotar as ações regulatórias necessárias.

"A mudança permitirá que a Anac aprimore a atuação em âmbito coletivo, identificando falhas recorrentes e agindo em casos de descumprimento sistêmico das regras do setor. Essa postura pretende fortalecer a fiscalização e melhorar a qualidade do serviço prestado pelas companhias que atuam no Brasil", informou a Anac.

Caso um problema entre passageiro e companhia aérea não seja resolvido, a agência explicou que o passageiro poderá protocolar reclamação diretamente na nova plataforma. A Anac promete que o processo se dará de forma "rápida, simples e intuitiva".

"A partir do registro, a Anac recebe e encaminha a reclamação para a empresa, que tem até dez dias corridos para responder. A resposta é feita diretamente pela empresa — não pela Anac", informou a Agência Nacional de Aviação Civil.

O passageiro e a empresa aérea se comunicam diretamente para trocar informações sobre o problema. Após a resposta, o passageiro pode avaliar o atendimento recebido, informando se sua reclamação foi resolvida ou não.As reclamações registradas no Anac Passageiro são somadas e monitoradas pela agência em conjunto, com o objetivo de identificar os principais problemas enfrentados pelos passageiros e acompanhar a qualidade do atendimento das empresas, possibilitando o aprimoramento das ações de regulação e de fiscalização do setor.A participação das empresas aéreas na plataforma é obrigatória para todas as empresas que operam voos regulares de passageiros no Brasil.

"Vale destacar que o Anac Passageiro não substitui os canais de atendimento das empresas aéreas. Sendo assim, em caso de dúvidas ou problemas, é importante contatar primeiro a empresa, por meio dos seus canais próprios de atendimento. Mas, se o atendimento da empresa aérea não foi suficiente, recomendamos registrar sua reclamação no Anac Passageiro", acrescentou a Anac.

A nova plataforma da Anac também traz informações sobre as regras para voos domésticos e internacionais, abrangendo, por exemplo, documentos de embarque solicitados para crianças e adolescentes, além de dados sobre o que o passageiro pode transportar em bagagens.

Também concentra informações sobre os canais de atendimento das empresas áreas, sobre inspeções de segurança nos aeroportos e direitos de passageiros com necessidades especiais, e canais de denúncias (Ministério das Mulheres e dos Direitos Humanos e Cidadania, por exemplo).

O painel também contém dados estatísticos sobre tarifas aéreas, sobre a demanda e oferta de serviços no setor e traz um "panorama" do mercado, entre outros.

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Protetor solar para frutas e robô que confere a lavoura com I.A: feira de tecnologia de agro apresenta inovações no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 02:46

Piracicaba e Região Protetor solar para frutas e robô que confere a lavoura com I.A: feira de tecnologia de agro apresenta inovações no interior de SP Soluções chamaram atenção de visitantes na abertura da 12ª edição da Coplacampo, inaugurada nesta segunda (23), em Piracicaba (SP) e que vai até sexta (27). Por g1 Piracicaba e Região

A 12ª Coplacampo, feira de tecnologia em Piracicaba (SP), reúne 170 expositores e projeta movimentar R$ 500 milhões em inovações para o agronegócio.

Um protetor solar líquido, desenvolvido por uma empresa de Vinhedo (SP), cria uma camada protetora nas frutas para evitar danos causados por altas temperaturas.

"Com as temperaturas aumentando em diferentes regiões, ele é uma tecnologia que pode ser usada de forma muito ampla", afirma Tânia, sobre o uso em diversas fases da planta.

A Embrapa desenvolveu um robô autônomo com inteligência artificial para identificar e quantificar a produtividade em lavouras de frutas.

O equipamento utiliza câmeras e GPS para georreferenciar a posição de cada fruto com precisão de centímetros, sendo testado em plantações de maçã e uva.

Protetor solar líquido para frutas e um robô guiado por inteligência artificial que transita sozinho pelas lavouras de uva e maças para identificar e quantificar a produtividade do pomar. Essas duas soluções, especialmente aplicadas ao segmento, chamaram a atenção dos visitantes na abertura da 12ª edição da Coplacampo, uma feira de tecnologia de agronegócios, a inaugurada nesta segunda (23), em Piracicaba (SP).

Ccom 170 expositores, a Coplacaepo espera movimentar R$ 500 milhões até o último dia da feira de tecnologia de agronegócio, nesta sexta-feira (27).

Durante a abertura do evento, realizado pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), a equipe da EPTV, afiliada da TV Globo na região foi ver de perto como funcionam essas inovações. Algumas delas, ainda estão em fase de testes. Confira, abaixo.

Comercializado em líquido, o produto desenvolvido por uma empresa de Vinhedo (SP), a exemplo de um protetor solar utilizado em humanos, cria uma camada para evitar que a fruta sofra com as altas temperaturas.

“Como ele cria essa camada branca, ele ajuda a repelir algumas pragas voadoras que são atraídas pela massa verde. Então, ele também tem os efeitos adjacentes, mas como proteção solar, o grande objetivo desse produto é evitar a perda de produtividade”, diz Tânia Zen, sócia-fundadora da empresa.

“Com as temperaturas aumentando em diferentes regiões, ele é uma tecnologia eu pode ser usada de forma muito ampla, em momentos específicos de cada fase da planta”, afirma Tânia.

Robô em fase de testes da Embrapa que confere a lavoura com inteligência artifical é apresentada durante Coplacampo em Piracicaba — Foto: Reprodução/EPTV

Outra tecnologia apresentada na Coplacampo atende as demandas da agricultura de precisão. Um robô desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que terá a característica de transitar de forma autônoma por lavouras para fazer a identificação e quantificação de produtividade, especialmente no segmento de frutas.

Durante o evento, o equipamento foi demonstrado com a utilização de um controle, manuseado pelo pesquisador, para comandar seus movimentos durante um trajeto em meio a um talhão de cana-de-açúçar.

“Da mesma forma em que hoje a gente desenha um circuito para os drones fazerem a cobertura do talhão, a ideia é que o robô faça a mesma coisa, execute sozinho um trajeto dentro do pomar e traga as imagens”, explica Thiago Santos, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

Robô desenvolvido pela Embrapa anda sozinho e confere a lavoura com inteligência artifical — Foto: Reprodução/EPTV

O programa foi desenvolvido com o uso de inteligência artificial e, segundo o pesquisador, tem sido testado em lavouras de maçã e uva.

“Há câmeras voltadas para cada lado do corredor, então a gente consegue pegar frutos dos dois lados, e o software de Inteligência artificial vai quantificando as frutas e com o GPS vai georreferenciando a posição, com precisão de centímetros da localização de cada fruto no talhão”, aponta o pesquisador.

“Com isso, a gente consegue não só fazer uma estimativa de colheita, mas consegue geoespacializar, mostrar no talhão onde há áreas com maior número de frutos e os agricultores que vão usar, por exemplo, práticas de agricultura de precisão podem revisitar o seu talhão e tomar as medidas necessárias para melhorar a produção”, diz Santos.

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De hobby a carreira: conheça o confeiteiro por trás do bolo mais comentado de ‘Vale Tudo’

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 19:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De hobby a carreira: conheça o confeiteiro por trás do bolo mais comentado de 'Vale Tudo' Antônio Maciel começou fazendo bolos para as filhas e hoje atende artistas e grandes produções da TV. Conheça a trajetória empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. Por Pegn

O bolo do casamento de Maria de Fátima, no remake de "Vale Tudo", se tornou símbolo de luxo e ostentação da trama.

Por trás dessa obra de arte, está o confeiteiro Antonio Maciel, de Niterói (RJ), que conquistou espaço no mercado de festas de alto padrão.

Os bolos assinados por Maciel custam entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. Para chegar a esse patamar, o empresário investiu cerca de R$ 300 mil no negócio.

O casamento mais comentado das últimas semanas não aconteceu na vida real, mas parou o país como se fosse. Na cena do remake de "Vale Tudo", a entrada triunfal de Maria de Fátima gerou debates nas redes sociais. Porém, um detalhe específico uniu todos os olhares: o bolo.

Escultural e exuberante, o doce se tornou símbolo de luxo e ostentação da trama. E, por trás dessa obra de arte, está o confeiteiro Antonio Maciel, de Niterói (RJ), que conquistou espaço no mercado de festas de alto padrão.

Os bolos assinados por Maciel custam entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. Para chegar a esse patamar, o empresário investiu cerca de R$ 300 mil no negócio.

Conheça a trajetória de Antônio Maciel, empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. — Foto: Reprodução/Tv Globo

Ele começou por acaso, preparando bolos para as filhas. Os elogios e pedidos de amigos não pararam de chegar. Pouco tempo depois, Maciel passou a cobrar, estruturou a empresa e buscou capacitação — inclusive no exterior.

O trabalho de Antonio já apareceu em outros programas da TV Globo, como atrações comandadas por Luciano Huck e eventos corporativos da emissora. A clientela também inclui artistas e empresas renomadas.

Para quem quer empreender no segmento, ele recomenda participar de feiras, acompanhar tendências e investir em aperfeiçoamento constante.

“O diferencial está nos detalhes: técnicas, flores, brilhos e proporção. É isso que dá imponência e transforma um bolo em uma experiência visual e gastronômica”, afirma.

O confeiteiro segue celebrando a repercussão do bolo de Vale Tudo e espera adoçar muitas outras histórias — na ficção e na vida real.

Conheça a trajetória de Antônio Maciel, empreendedora por trás do bolo de “Vale Tudo”. — Foto: Reprodução/Tv Globo

📍 Rua Murilo Portugal 36 – Casa 01 – São Francisco – Niterói/RJ – CEP: 24.360-410📞 Telefone: (21) 99772-7676✉️ E-mail: contato@antoniomacielcakes.com.br🌐 Site: www.antoniomacielcakes.com.br📱 Instagram: https://www.instagram.com/antoniomaciel.cakes

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