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Empresa dos EUA paga R$ 4 mil por dia para ‘Agressor profissional de IA’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 12/03/2026 05:47

Trabalho e Carreira Empresa dos EUA paga R$ 4 mil por dia para 'Agressor profissional de IA' Vaga curiosa foi criada pela startup Memvid para testar falhas e limitações de sistemas de inteligência artificial. Por Redação g1 — São Paulo

Uma startup de inteligência artificial está disposta a pagar cerca de R$ 4 mil por um único dia de trabalho a quem aceitar a função de provocar, criticar e apontar erros nas respostas de chatbots.

A empresa dos EUA Memvid abriu uma vaga com um título curioso: "agressor profissional de IA".

A pessoa contratada deverá testar, provocar e identificar falhas nas respostas de sistemas de inteligência artificial, especialmente problemas de memória e perda de contexto ao longo das conversas.

O anúncio foi publicado no LinkedIn por Jeremy Boudinet, consultor da empresa, que ressaltou que o cargo não é uma piada.

De acordo com o anúncio, a função consiste em interagir com sistemas de inteligência artificial durante oito horas seguidas e registrar todos os momentos em que eles cometem erros.

Startup busca pessoa disposta a provocar erros e testar os limites de sistemas de inteligência artificial. — Foto: Freepik

Você já perdeu a paciência com uma inteligência artificial que esqueceu o que você acabou de dizer? Já precisou repetir a mesma pergunta várias vezes até receber uma resposta adequada? Se a resposta for sim, você pode ser o candidato ideal para um trabalho bastante incomum — e bem pago.

Uma startup de inteligência artificial está disposta a pagar cerca de R$ 4 mil por um único dia de trabalho a quem aceitar a função de provocar, criticar e apontar erros nas respostas de chatbots.

A empresa dos EUA Memvid abriu uma vaga com um título curioso: "agressor profissional de IA". A pessoa contratada deverá testar, provocar e identificar falhas nas respostas de sistemas de inteligência artificial, especialmente problemas de memória e perda de contexto ao longo das conversas.

O anúncio foi publicado no LinkedIn por Jeremy Boudinet, consultor da empresa, que ressaltou que o cargo não é uma piada.

“A Memvid está contratando um bully profissional de IA. Não estou brincando. Esse é o título oficial do cargo”, escreveu.

De acordo com o anúncio, a função consiste em interagir com sistemas de inteligência artificial durante oito horas seguidas e registrar todos os momentos em que eles cometem erros.

O pagamento oferecido é de US$ 100 por hora, totalizando US$ 800 ao fim do dia, o equivalente a mais de R$ 4,1 mil.

Fazer perguntas repetidas e várias vezes à IA;Pedir que o sistema memorize informações;Verificar se a inteligência artificial consegue lembrar do que foi dito anteriormente;Registrar casos em que a IA perde o contexto da conversa;Documentar situações em que o sistema pede que o usuário repita algo ou responde de forma incoerente.

No próprio anúncio, Boudinet descreve o trabalho de forma bem-humorada: a pessoa passará “oito horas gritando com inteligências artificiais” enquanto registra cada falha dos sistemas.

A vaga não exige formação na área de tecnologia nem experiência prévia com inteligência artificial.

Histórico pessoal de frustração com tecnologia;Paciência para repetir a mesma pergunta diversas vezes;Irritação quando a IA continua errando.

Os candidatos também precisam ter mais de 18 anos, aceitar ser gravados durante os testes e concordar que o vídeo possa ser usado posteriormente pela empresa.

Ao Business Insider, a Memvid afirmou que pretende contratar inicialmente apenas uma pessoa para a função, mas não descarta ampliar a iniciativa no futuro.

A vaga, segundo a startup, foi criada para testar um desafio comum nesses sistemas: a limitação de memória em conversas longas.

A iniciativa também funciona como estratégia de marketing. A Memvid quer chamar a atenção para as limitações de memória das IAs e mostrar, na prática, que muitos sistemas ainda esquecem informações importantes ao longo de uma conversa.

O CEO da empresa, Mohamed Omar, afirmou ao site que a abordagem permite testar as soluções da startup em situações reais e, ao mesmo tempo, engajar o público de forma criativa.

A Memvid desenvolve ferramentas que prometem oferecer memória mais estável para sistemas de inteligência artificial. Essas tecnologias podem ser aplicadas em setores como recrutamento e saúde, onde é essencial lidar com grandes volumes de informação sem perder o contexto.

No fim das contas, a vaga tem dois objetivos: identificar falhas nas IAs atuais e chamar a atenção para uma solução que promete resolver esse problema.

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Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa de tecnologia médica dos EUA e diz que foi resposta a ataque em escola

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 17:09

Tecnologia Grupo ligado ao Irã reivindica ciberataque a empresa de tecnologia médica dos EUA e diz que foi resposta a ataque em escola Grupo hacker Handala afirma ter destruído mais de 200 mil sistemas e extraído 50 terabytes de dados da empresa norte-americana Stryker; nas últimas semanas, também reivindicou ataques contra companhias de Israel e do Golfo Pérsico. Por France Presse

Grupo de hackers vinculado ao Irã reivindicou a autoria de um ataque cibernético em larga escala contra a gigante americana de tecnologia médica Stryker.

O ataque destruiu mais de 200 mil sistemas e extraiu 50 terabytes de dados, afirmou o grupo de hackers Handala em um comunicado.

O grupo de hackers alegou que o ataque afetou os escritórios da Stryker em 79 países e que todos os dados roubados estão "nas mãos dos povos livres do mundo".

A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu "ambiente da Microsoft como resultado de um ciberataque".

"Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente está contido", disse.

Um grupo de hackers vinculado ao Irã reivindicou, nesta quarta-feira (11), a autoria de um ataque cibernético em larga escala contra a gigante americana de tecnologia médica Stryker, em retaliação à ofensiva militar contra o Irã.

O ataque destruiu mais de 200 mil sistemas e extraiu 50 terabytes de dados, afirmou o grupo de hackers Handala em um comunicado.

"Nossa grande operação cibernética foi um sucesso completo", acrescentou, especificando que realizou o ataque cibernético em resposta ao "ataque brutal à escola de Minab", onde morreram 150 pessoas, segundo as autoridades iranianas.

O grupo de hackers alegou que o ataque afetou os escritórios da Stryker em 79 países e que todos os dados roubados estão "nas mãos dos povos livres do mundo".

"Este é apenas o começo de um novo capítulo na guerra cibernética", acrescentou o grupo Handala, que ameaçou diretamente "líderes sionistas e seus grupos de pressão".

A Stryker reportou uma "interrupção global da rede" em seu "ambiente da Microsoft como resultado de um ciberataque".

"Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente está contido", disse.

Segundo fontes citadas pelo The Wall Street Journal, as interrupções começaram pouco depois da 1h00 (horário de Brasília) desta quarta-feira (11).

O grupo Handala reivindicou nas últimas semanas a autoria de uma série de ciberataques contra empresas israelenses e do Golfo Pérsico.

Desde o início da guerra no Irã, desatada em 28 de fevereiro por uma ofensiva israelense-americana, o grupo reivindicou ataques cibernéticos contra infraestruturas israelenses, assegurando que tem "acesso total" às câmeras de segurança de Jerusalém.

O grupo Handala é conhecido por sua afiliação "ao regime iraniano", disse o chefe de inteligência cibernética da empresa israelense Check Point. "Nós os vínhamos rastreando há anos", assinalou.

Um relatório do Google Threat Intelligence, publicado no começo deste ano, destacou que a atividade maliciosa do grupo Handala "consistiu principalmente em operações de hackeamento e vazamento de dados, mas tem incorporado cada vez mais o doxxing (publicação de dados privados na internet) e táticas concebidas para promover o medo, a incerteza e a dúvida".

Dispositivos com Windows – inclusive os móveis e smartphones conectados às redes da Stryker – foram apagados remotamente, assinalou o relatório.

Fundada em Kalamazoo (Michigan), a Stryker é uma gigante global de dispositivos médicos com cerca de 56.000 funcionários e receita projetada de US$ 25,12 bilhões em 2025 (cerca de R$ 138 bilhões, na cotação da época).

Fabrica de implantes ortopédicos e instrumentos cirúrgicos a leitos hospitalares e sistemas de cirurgia robótica.

O grupo Handala anunciou posteriormente que também havia realizado um ataque contra a Verifone, empresa especializada em pagamentos eletrônicos.

A AFP não pôde verificar de forma independente as afirmações do grupo, e a Verifone não respondeu de imediato a um pedido de comentários.

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Ações da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65 bilhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 11/03/2026 11:58

Economia Negócios Ações da Raízen caíram 70% em 1 ano; empresa pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65 bilhões Após anos de expansão financiada por dívidas, a Raízen enfrenta forte deterioração financeira. Nesta quarta-feira (11), suas ações preferenciais (PN) caíam 3,85%, cotadas a R$ 0,50. Por Janize Colaço, Micaela Santos, g1 — São Paulo

As ações da Raízen (RAIZ4) acumulam queda de 70,11% em 12 meses, em meio ao aumento da pressão financeira sobre a companhia.

Nesta quarta-feira (11), a empresa informou que protocolou um pedido de recuperação extrajudicial para reorganizar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras.

Após o anúncio, os papéis preferenciais (PN) da companhia abriram em queda nesta quarta: por volta das 10h25, RAIZ4 caía 3,85%, cotada a R$ 0,50.

A reestruturação da controlada pela Cosan ocorre após um período de pressão financeira, com aumento do endividamento e desafios operacionais.

Nos últimos anos, a companhia também ampliou investimentos em projetos de transição energética, alguns com retorno mais lento do que o esperado.

As ações da Raízen (RAIZ4) acumulam queda de 70,11% em 12 meses, em meio ao aumento da pressão financeira sobre a companhia. Nesta quarta-feira (11), a empresa informou que protocolou um pedido de recuperação extrajudicial para reorganizar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras.

Após o anúncio, os papéis preferenciais (PN) da companhia abriram em queda nesta quarta: por volta das 10h25, RAIZ4 caía 3,85%, cotada a R$ 0,50. Em 2026, a desvalorização já chega a 35,80%.

A reestruturação da controlada pela Cosan ocorre após um período de pressão financeira, com aumento do endividamento e desafios operacionais. Nos últimos anos, a companhia também ampliou investimentos em projetos de transição energética, alguns com retorno mais lento do que o esperado.

Recuperação extrajudicialExpansão e aposta em novos projetosDiversificação de negóciosPiora nos resultados da empresaTentativa de reorganizaçãoO que diz a empresa

A Raízen entrou com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas. O plano já conta com apoio de credores que representam mais de 47% desse valor, percentual suficiente para protocolar o pedido.

A medida busca reorganizar as finanças e ampliar prazos ou melhorar as condições de pagamento, sem afetar as operações da empresa. Segundo a companhia, clientes, fornecedores e parceiros continuarão sendo pagos normalmente.

Agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

O plano pode incluir aporte de recursos pelos acionistas, conversão de parte das dívidas em ações, alongamento de prazos de pagamento, mudanças na estrutura da companhia e venda de ativos.

A partir de 2016, a Raízen passou a ampliar investimentos em projetos de longo prazo, muitos deles financiados com dívida.

Um dos principais focos foi a expansão da produção de etanol de segunda geração (E2G), tecnologia que utiliza resíduos da cana, como bagaço e palha, para produzir biocombustível.

A aposta estava ligada à expectativa de crescimento da demanda por combustíveis com menor impacto ambiental, em meio ao avanço das discussões globais sobre transição energética.

Nesse período, a companhia também investiu em outras frentes de energia, como projetos de geração solar e produção de biogás.

Ao mesmo tempo, o setor passou a registrar o avanço do etanol de milho, que ganhou espaço com custos competitivos e uma estrutura de produção considerada mais simples.

A expansão internacional também ganhou força a partir de 2018, quando a empresa adquiriu ativos de refino e distribuição da Shell na Argentina e passou a atuar também no Paraguai.

Além da produção de energia e biocombustíveis, a Raízen também ampliou sua atuação na distribuição e comercialização de combustíveis.

A empresa fornece combustíveis para postos da rede Shell, aeroportos e clientes corporativos, como empresas de transporte, agronegócio, mineração e indústria.

A operação inclui 68 bases de abastecimento em aeroportos e mais de 70 terminais de distribuição espalhados pelo país.

A companhia também atua no abastecimento de companhias aéreas e da aviação executiva e oferece soluções para empresas, como sistemas de gestão e controle de abastecimento de frotas.

No varejo, administra as lojas de conveniência Shell Select e Shell Café instaladas em postos de combustíveis.

A empresa também investiu em iniciativas de digitalização e mobilidade, como o Shell Box, aplicativo que permite pagar o abastecimento pelo celular e participar de programas de fidelidade.

Movimentos na holding Cosan também influenciaram o cenário do grupo. Entre eles está um investimento bilionário em ações da mineradora Vale, que perdeu valor em meio às oscilações do mercado de commodities.

No ano fiscal de 2021/2022, a Raízen registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões. Na época, a dívida líquida era de R$ 13,8 bilhões — um nível considerado administrável em relação à capacidade da empresa de gerar caixa.

Até o terceiro trimestre do ano fiscal de 2025/2026, a empresa acumulou prejuízo de R$ 15,6 bilhões. Parte desse resultado foi influenciada por um ajuste contábil de R$ 11 bilhões.

Com isso, o peso das dívidas em relação à capacidade de geração de caixa da empresa aumentou de forma significativa.

Em teleconferência recente, executivos da empresa afirmaram que a estratégia atual envolve retomar o foco nas atividades consideradas centrais do negócio, como a produção de açúcar e etanol e a distribuição de combustíveis e lubrificantes.

Nos últimos anos, a companhia também iniciou a venda de alguns ativos e a saída de operações consideradas menos ligadas ao núcleo do negócio.

As tentativas de reforçar o capital da empresa, no entanto, enfrentaram divergências entre os sócios.

Com o aumento das pressões financeiras e a cobrança de credores, a empresa passou a buscar uma solução mais ampla para reorganizar sua estrutura de capital — processo que culminou no pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário para que o plano seja homologado pela Justiça e passe a valer para todos os credores incluídos na negociação.

A Raízen afirma que a renegociação envolve apenas parte das dívidas financeiras e não afeta as operações da companhia. Leia a nota na íntegra:

"A Raízen informa que protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de homologação de um plano de recuperação extrajudicial, voltado à reorganização de parte de suas obrigações financeiras junto a credores da companhia.

A proposta foi estruturada em diálogo com esses credores e tem como objetivo estabelecer um ambiente jurídico adequado para a negociação e implementação de ajustes em determinadas obrigações financeiras, no âmbito da estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital.

A empresa ressalta que o escopo da recuperação extrajudicial é estritamente financeiro e não envolve dívidas ou obrigações operacionais. Dessa forma, permanecem integralmente preservadas as relações da Raízen com clientes, fornecedores, revendedores e demais parceiros de negócios, que seguem regidas normalmente pelos respectivos contratos.

Todas as operações da companhia continuam sendo conduzidas normalmente, incluindo o atendimento a clientes, a relação com fornecedores e a execução de seus planos de negócios.

O plano apresentado prevê prazo de até 90 dias para a obtenção das adesões necessárias à sua homologação, nos termos da legislação aplicável.

A Raízen manterá seus acionistas e o mercado informados acerca de quaisquer desdobramentos relevantes relacionados a este tema."

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Conheça a Raízen, empresa que opera os postos Shell no Brasil e pediu recuperação extrajudicial

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 11/03/2026 08:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Preços dos combustíveis exibidos em um posto de gasolina Shell em Copenhague, Dinamarca — Foto: Reuters

Após anunciar nesta quinta-feira (11) um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar dívidas e reorganizar sua estrutura financeira, a Raízen afirmou que suas operações seguem normalmente.

A companhia atua de forma integrada no setor de energia, com negócios que vão da produção de açúcar e etanol à distribuição de combustíveis.

A empresa foi criada em 2011 como uma joint venture entre a Cosan e a Shell, combinando as operações de produção de açúcar e etanol da Cosan com a rede de distribuição de combustíveis da Shell no Brasil.

O acordo foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 2012. Na época, a companhia foi avaliada em cerca de US$ 12 bilhões, com participação dividida igualmente entre as duas sócias.

O nome Raízen surgiu da junção das palavras “raiz” e “energia”, em referência à origem da empresa no setor sucroenergético e à atuação no mercado de energia.

Atualmente, a companhia atua em diferentes frentes do setor. A Raízen produz açúcar, etanol de primeira e segunda geração, bioeletricidade e biogás, além de ser responsável pela distribuição e comercialização de combustíveis da marca Shell no Brasil, na Argentina e no Paraguai.

No Brasil, a empresa distribui combustíveis para postos da rede Shell, aeroportos e clientes corporativos, como empresas de transporte, agronegócio, mineração e indústria. A operação inclui 68 bases de abastecimento em aeroportos e mais de 70 terminais de distribuição de combustíveis, que permitem atender todas as regiões do país.

A companhia também atua no abastecimento de companhias aéreas e da aviação executiva, além de oferecer soluções voltadas ao mercado corporativo, como sistemas de gestão e controle de abastecimento de frotas.

No varejo, a empresa administra as lojas de conveniência Shell Select e Shell Café, instaladas em postos de combustíveis. A Raízen também mantém iniciativas voltadas à digitalização e à mobilidade, como o Shell Box, aplicativo que permite pagar abastecimentos pelo celular e participar de programas de fidelidade.

Nos últimos anos, a empresa também ampliou investimentos em projetos ligados à transição energética, incluindo iniciativas de energia solar, produção de biogás e desenvolvimento do etanol de segunda geração (E2G), produzido a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar.

A expansão internacional ganhou força em 2018, quando a companhia adquiriu ativos de refino e distribuição da Shell na Argentina e passou a atuar também no Paraguai.

Segundo dados divulgados pela própria empresa, a Raízen conta atualmente com mais de 46 mil funcionários e cerca de 1,3 milhão de hectares cultivados com cana-de-açúcar.

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Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 09:51

Carros Lucro da Volkswagen cai pela metade impactado por tarifas e dificuldades no mercado chinês Após queda no lucro, monadora também prepara corte de 50 mil empregos na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025. Por Reuters

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China.

A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

A Volkswagen enfrenta mais um ano desafiador, marcado por tarifas comerciais e pela disputa para recuperar espaço na China. A maior montadora da Europa informou nesta terça-feira (10) uma forte queda no lucro operacional e prevê apenas uma recuperação limitada de sua margem de lucro.

As tarifas impostas pelos Estados Unidos têm gerado custos bilionários, enquanto a concorrência local reduz a participação da montadora na China, o maior mercado automotivo do mundo.

O grupo alemão, que inclui as marcas Porsche e Audi, também sob pressão, projeta uma margem operacional entre 4% e 5,5% em 2026.

Em 2025, esse indicador ficou em 2,8%, após registrar 5,9% no ano anterior. Analistas consultados pela Visible Alpha estimam uma margem de 5,2% para este ano, no limite superior da faixa projetada pela empresa.

“Estamos operando em um ambiente completamente diferente”, afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Oliver Blume, em comunicado.

O lucro operacional da montadora caiu mais da metade em 2025, para 8,9 bilhões de euros (US$ 10,4 bilhões), abaixo da estimativa de analistas, que apontava 9,4 bilhões de euros.

O resultado foi pressionado pelas tarifas e pelos custos de uma mudança estratégica na Porsche, que interrompeu no ano passado o avanço de sua transição para veículos elétricos diante da demanda fraca.

A receita permaneceu praticamente estável, em 322 bilhões de euros. Para 2026, a empresa prevê crescimento entre 0% e 3%, enquanto as projeções de analistas estão no limite superior dessa faixa.

Segundo o diretor financeiro da companhia, Arno Antlitz, os lançamentos de novos produtos e as medidas de reestruturação adotadas em 2025 ajudaram a tornar o grupo mais resistente às dificuldades do mercado.

“Mas a margem operacional ajustada de 4,6% ainda não é suficiente no longo prazo”, afirmou, acrescentando que a empresa continuará adotando medidas rigorosas de redução de custos.

Em janeiro, a Volkswagen informou um fluxo de caixa líquido de 6 bilhões de euros em 2025, resultado muito melhor que a previsão inicial de valor próximo de zero.

A divulgação impulsionou as ações da empresa, mas também gerou críticas de sindicatos, que questionaram o desempenho enquanto a companhia promove cortes significativos de empregos.

O grupo pretende eliminar cerca de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. O plano inclui um programa de reestruturação na Porsche, cujo lucro operacional praticamente desapareceu em 2025, com queda de 98%, para 90 milhões de euros.

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Indústria, varejo e turismo: entenda como a guerra no Irã está transformando os negócios globais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/03/2026 14:28

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,223-0,44%Dólar TurismoR$ 5,435-0,39%Euro ComercialR$ 6,049-0,61%Euro TurismoR$ 6,283-0,93%B3Ibovespa179.425 pts0,03%Oferecido por

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está abalando empresas em todo o mundo, elevando os preços da energia, restringindo o fornecimento de matérias-primas essenciais e levantando dúvidas sobre a confiabilidade das rotas comerciais cruciais para o fluxo de mercadorias, desde alimentos até peças de automóveis.

A guerra fechou grande parte do espaço aéreo da região e paralisou os aeroportos de Dubai e Doha, dois dos mais movimentados do mundo, deixando dezenas de milhares de passageiros retidos e forçando as companhias aéreas a cancelar cerca de 40 mil voos — a maior interrupção no setor de viagens desde a pandemia de Covid-19.

Os governos estão se mobilizando para repatriar os cidadãos, e os aeroportos estão retomando gradualmente as operações, mas apenas com uma fração da capacidade normal.

Jatos particulares surgiram como uma alternativa para viajantes isolados no Golfo, enquanto outros embarcaram em longas viagens de táxi pelo deserto até Riade, na Arábia Saudita, na esperança de voar para casa de lá.

Remessas que vão desde produtos frescos a peças de avião estão em suspenso, uma vez que o conflito no Oriente Médio comprime a capacidade de carga e aumenta os preços dos fretes.

O fechamento do espaço aéreo do Golfo teve um impacto rápido nas redes de companhias aéreas e afetou negativamente as ações do setor.

Os preços das passagens aéreas entre a Ásia e a Europa dispararam, algumas companhias aéreas, incluindo a Wizz Air e a Lufthansa, alteraram rotas, e a Ryanair registrou um aumento na demanda por voos de curta distância, já que os europeus estão optando por ficar mais perto de casa durante a Páscoa.

Alguns preços do combustível de aviação, a segunda maior despesa para as companhias aéreas depois da mão de obra, dobraram desde o início do conflito, aumentando a pressão sobre as empresas aéreas.

As companhias aéreas americanas, que abandonaram a prática de proteção contra os custos de combustível, podem ser as mais afetadas caso a guerra se prolongue. As companhias aéreas europeias e asiáticas mantêm estratégias ativas de proteção contra os custos de combustível.

Para os pilotos, a guerra com o Irã está tornando os céus ainda mais perigosos, aumentando a pressão sobre aqueles que os sobrevoam devido a eventos que vão desde incursões de drones até rotas de voo comprimidas pelo conflito.

O conflito colocou em risco a imagem cuidadosamente construída do Oriente Médio como um destino turístico seguro e sofisticado, após bilhões em investimentos nos últimos anos, de Abu Dhabi a Dubai. O turismo movimenta cerca de US$ 367 bilhões R$ 1,9 trilhão) anualmente na região.

Também revelou o quanto o transporte aéreo global depende de um punhado de centros principais, liderados por Dubai, o aeroporto internacional mais movimentado do mundo .

Em Dubai e outros importantes centros comerciais do Oriente Médio, muitas lojas estavam fechadas ou operando com uma equipe reduzida na semana passada.

Os Estados Unidos lançaram um arsenal de armamentos contra alvos iranianos, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk, caças furtivos e, pela primeira vez em combate, drones de ataque unidirecional de baixo custo, modelados a partir de projetos iranianos.

O Pentágono também utilizou serviços de inteligência artificial da Anthropic, incluindo suas ferramentas Claude, durante o ataque.

Na semana passada, o Pentágono classificou o laboratório de IA como um "risco para a cadeia de suprimentos", proibindo que contratados do governo utilizem sua tecnologia em projetos para as Forças Armadas dos EUA. Essa decisão foi tomada após meses de disputa sobre a insistência da empresa em medidas de segurança que, segundo o Departamento de Defesa, foram excessivas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com executivos de sete empresas contratadas do setor de defesa em 6 de março, enquanto o Pentágono trabalha para repor os suprimentos reduzidos pelos ataques dos EUA ao Irã e outras operações militares recentes.

A fundição catariana Qatalum começou a interromper suas operações na semana passada, enquanto a Aluminium Bahrain informou ter suspendido os embarques e declarado força maior por não conseguir transportar metal pelo Estreito de Ormuz. A região do Golfo responde por cerca de 8% do fornecimento global de alumínio.

Os preços do alumínio na Bolsa de Metais de Londres dispararam após a notícia, enquanto os prêmios físicos na Europa e nos Estados Unidos atingiram máximas em vários anos.

Os produtores de níquel na Indonésia, que dependem do Oriente Médio para 75% do enxofre que utilizam, podem ter que reduzir a produção, já que o transporte marítimo no Golfo está sendo cada vez mais afetado pelo conflito.

Remessas de roupas da Inditex, proprietária da Zara, e de outras grandes varejistas de vestuário estão retidas em aeroportos de Bangladesh e da Índia, devido às restrições impostas pelo conflito aos voos de carga aérea.

O sul da Ásia é uma potência na fabricação de roupas, e as marcas de fast fashion do mundo todo dependem de fábricas em Bangladesh, Índia e Paquistão para um fluxo constante de novas camisetas, vestidos e calças jeans.

A crise também está aumentando a pressão sobre o setor de luxo , que já enfrenta dificuldades para se recuperar da desaceleração da demanda, com grupos como Richemont e Zegna entre os mais afetados.

Autoridades sul-coreanas alertaram que um conflito prolongado poderia interromper o fornecimento de materiais essenciais para a fabricação de semicondutores provenientes do Oriente Médio, incluindo o hélio, fundamental para a produção de chips e que não possui substituto viável.

Os ataques com drones que danificaram alguns dos centros de dados da Amazon nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein levantaram questões sobre as cadeias de suprimentos de tecnologia e o ritmo de expansão das grandes empresas de tecnologia na região.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conflito no Oriente Médio: USP analisa possíveis impactos no mercado brasileiro de carne de frango; veja principais desafios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/03/2026 18:49

Piracicaba e Região Conflito no Oriente Médio: USP analisa possíveis impactos no mercado brasileiro de carne de frango; veja principais desafios Avicultores consultados pelo Cepea, da Esalq-USP em Piracicaba (SP), avaliam realocar a carne para outros mercados, dado que os países afetados compram sobretudo o frango inteiro do Brasil. Por Claudia Assencio, g1 Piracicaba e Região

Produtores brasileiros de carne de frango estão em alerta diante o atual conflito no Oriente Médio, segundo agentes do setor consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP).

Avicultores consultados pelo Cepea avaliam realocar a carne para outros mercados, dado que os países afetados compram sobretudo o frango inteiro do Brasil.

O Centro de Estudos da Esalq destaca que, em 2025, o Oriente Médio foi destino de 25% dos embarques brasileiros de carne de frango.

Mas, diante das incertezas globais desenhadas pela guerra entre os Estados Unidos e Irã, novas exportações para a região podem ser suspensas, estima o Cepea, a partir de relatos de avicultores.

Caso, de fato, as exportações brasileiras da carne sejam bastante comprometidas pelo contexto e pelas consequências das tensões no Oriente Médio, a proteína pode ser destinada e comercializada no mercado interno.

Os produtores brasileiros de carne de frango estão em alerta diante o atual conflito no Oriente Médio, segundo agentes do setor consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP).

Avicultores consultados pelo Cepea avaliam realocar a carne para outros mercados, dado que os países afetados compram sobretudo o frango inteiro do Brasil. A informação foi divulgada em boletim mais recente, divulgado nesta sexta-feira (6).

O Centro de Estudos da Esalq destaca que, em 2025, o Oriente Médio foi destino de 25% dos embarques brasileiros de carne de frango.

Mas, diante das incertezas globais desenhadas pela guerra entre os Estados Unidos e Irã, novas exportações para a região podem ser suspensas, estima o Cepea, a partir de relatos de avicultores.

O que pode ocorrer? Caso, de fato, as exportações brasileiras da carne sejam bastante comprometidas pelo contexto e pelas consequências das tensões no Oriente Médio, a proteína pode ser destinada e comercializada no mercado interno.

Desafios para avicultura brasileira: Agentes relatam que essa alternativa, contudo, traz novos desafios ao setor, já que exigiria algumas adaptações, como embalagens, etiquetas e afins.

"Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita são, respectivamente, o primeiro e o terceiro maiores destinos da carne de frango do Brasil. Dados da Secex mostram que, em 2025, foram escoadas mais de 877 mil toneladas da proteína para estes países", destacou o Cepea.

O comércio exterior, ressalta pesquisadores do Cepea, também envolve questões logísticas, legais e fitossanitárias, o que dificulta essa alternativa.

"Países vizinhos já foram atingidos pelo conflito, como o Catar, os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Líbano. Além disso, o Irã também anunciou o fechamento do estreito de Ormuz na segunda-feira (2), importante rota marítima que viabiliza comércio com certos países da região da Península Arábica", analisa o Cepea.

O conflito entre o Irã e os Estados Unidos, que atinge todo o Oriente Médio, pode encarecer os alimentos para os consumidores brasileiros nos próximos meses, apontam economistas.

Isso porque alguns custos da produção agrícola já subiram em menos de uma semana de guerra. Veja abaixo os principais motivos.

Fevereiro de 2026 foi o quarto mês consecutivo de retração no poder de compra do avicultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja, conforme análises do Cepea. Os preços do frango vivo tiveram quedas ao longo do período.

Até o dia 25 de fevereiro, três dias antes do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, o preço do frango registrou o menor patamar real desde maio de 2024, na série de medições deflacionada pelo IGP-DI de janeiro deste ano. Os preços médios do milho estão praticamente estáveis e os do farelo apresentam pequeno avanço.

No estado de São Paulo, dados do Cepea mostram que o valor do frango vivo registra média de R$ 5,04 o quilo até o dia 25 de fevereiro, uma queda de 2,1% em relação à de janeiro.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Guerra no Irã ameaça impacto prolongado nos mercados globais de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/03/2026 08:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,81%Dólar TurismoR$ 5,456-0,61%Euro ComercialR$ 6,084-0,54%Euro TurismoR$ 6,342-0,41%B3Ibovespa178.982 pts-0,82%Oferecido por

Bombas de extração abandonadas e danificadas ao longo do tempo em um campo da estatal de petróleo PDVSA no Lago de Maracaibo, em Cabimas, na Venezuela. — Foto: Reuters

A guerra no Irã pode deixar consumidores e empresas em todo o mundo enfrentando semanas — ou meses — de preços mais altos de combustíveis. Isso pode ocorrer mesmo que o conflito, que já dura uma semana, termine rapidamente, já que os fornecedores ainda precisam lidar com instalações danificadas, logística interrompida e riscos elevados no transporte marítimo.

O cenário representa uma ameaça econômica global mais ampla e também uma vulnerabilidade política para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às vésperas das eleições de meio de mandato. Eleitores estão sensíveis ao aumento das contas de energia e, em geral, rejeitam novos envolvimentos militares no exterior.

"O mercado está mudando seu foco, deixando de precificar o risco geopolítico puro e passando a lidar com a interrupção operacional tangível, à medida que o fechamento de refinarias e as restrições às exportações começam a prejudicar o processamento de petróleo bruto e os fluxos de suprimento regionais", disseram analistas do JP Morgan em uma nota na sexta-feira (6).

O conflito já levou à suspensão de cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo bruto e gás natural. Teerã tem atacado navios no estratégico Estreito de Ormuz — entre suas costas e Omã — e também infraestrutura energética em toda a região.

Os preços globais do petróleo subiram 24% na semana, ultrapassando US$ 90 por barril — um movimento que já pressiona os preços dos combustíveis para consumidores em todo o mundo.

O fechamento quase total do Estreito fez com que os grandes produtores da região — Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque e Kuwait — suspendessem embarques de até 140 milhões de barris de petróleo, o equivalente a cerca de 1,4 dia da demanda global, para refinarias em diversos países.

Como resultado, os estoques de petróleo e gás nas instalações do Golfo Pérsico estão se esgotando rapidamente, forçando campos no Iraque a reduzir a produção. Kuwait e Emirados Árabes Unidos provavelmente serão os próximos a fazer cortes, disseram analistas, operadores e outras fontes do setor.

"Em breve, todos também se isolarão se os navios não chegarem", disse uma fonte de uma empresa petrolífera estatal da região, que pediu para não ser identificada.

Campos petrolíferos que interromperam atividades em todo o Oriente Médio, devido aos problemas no transporte marítimo, podem demorar a voltar ao normal, disse Amir Zaman, chefe da equipe comercial das Américas da Rystad Energy.

"O conflito pode ser resolvido, mas isso pode levar dias, semanas ou meses, dependendo do tipo de campo, da idade do campo e do tipo de paralisação que tiveram que fazer antes que a produção possa voltar ao nível anterior", disse ele.

Enquanto isso, forças iranianas vêm atacando infraestrutura energética regional — incluindo refinarias e terminais —, forçando operações a serem interrompidas. Em alguns casos, os danos foram graves e exigem reparos.

O Catar declarou força maior em suas exportações de gás na quarta-feira, após ataques de drones iranianos, e pode levar pelo menos um mês para voltar aos níveis normais de produção, disseram fontes à Reuters. O país responde por cerca de 20% do GNL mundial.

A gigantesca refinaria e o terminal de exportação de petróleo bruto de Ras Tanura, da Saudi Aramco, também foram fechados após os ataques, sem detalhes divulgados sobre os danos.

A Casa Branca justificou o ataque ao Irã afirmando que o país representava uma ameaça iminente aos Estados Unidos, sem fornecer detalhes. Trump também declarou preocupação com os esforços iranianos para obter uma arma nuclear.

Um fim rápido da guerra ajudaria a acalmar os mercados. Ainda assim, o retorno aos níveis de oferta e de preços pré-guerra pode levar semanas ou meses, a depender da extensão dos danos à infraestrutura e ao transporte marítimo.

"Considerando os danos físicos causados ​​pelos ataques iranianos, até agora não vimos nada que possa ser considerado estrutural, embora o risco permaneça enquanto a guerra continuar", disse Joel Hancock, analista de energia da Natixis CIB.

A maior incógnita para o fornecimento de energia é como — e quando — o Estreito de Ormuz voltará a ser seguro para a navegação. Trump ofereceu escolta naval a petroleiros e prometeu apoio financeiro dos EUA a embarcações que operam na região.

Ainda assim, a segurança nas rotas marítimas pode ser ilusória, já que o Irã tem capacidade de sustentar ataques com drones contra embarcações por meses, segundo fontes de inteligência e militares.

O conflito também pode levar países a reforçar reservas estratégicas de petróleo nas semanas e meses seguintes ao seu término, ao expor os riscos de estoques insuficientes. Esse movimento tende a elevar a demanda e a sustentar os preços.

A interrupção no fornecimento de energia já repercute nas cadeias de suprimentos e nas economias da Ásia, região dependente de importações e que obtém cerca de 60% do seu petróleo bruto do Oriente Médio.

Na Índia, a estatal Mangalore Refinery and Petrochemicals (MRPL.NS) declarou força maior para cargas de exportação de gasolina nesta semana, segundo fontes, somando-se a um número crescente de refinarias na região que não conseguem cumprir contratos por falta de abastecimento.

Pelo menos duas refinarias na China reduziram a produção. O país, grande fornecedor regional, pediu que refinarias suspendessem exportações de combustíveis. A Tailândia também suspendeu exportações de derivados, enquanto o Vietnã interrompeu embarques de petróleo bruto.

A crise impulsionou os negócios da Rússia. Os preços do petróleo russo subiram após os EUA concederem às refinarias indianas uma isenção de 30 dias para comprar o produto e substituir o fornecimento perdido do Oriente Médio. Ao mesmo tempo, Washington pressionou Nova Délhi a reduzir as importações de petróleo russo sob ameaça de tarifas.

No Japão, segundo maior importador mundial de GNL, os contratos futuros de energia de base para Tóquio, referentes ao ano fiscal que começa em abril, subiram mais de um terço na semana, em antecipação a combustíveis mais caros. Em Seul, motoristas formaram filas em postos de gasolina, também prevendo alta nos preços.

Para os consumidores europeus, a crise no fornecimento de gás e os preços mais altos representam um duplo golpe. A região já havia sido duramente afetada após 2022, quando as sanções às importações de energia russas sucederam a invasão da Ucrânia.

A Europa recorreu às importações de GNL para substituir o gás russo recebido por gasoduto. Agora, o bloco precisa adquirir cerca de 180 cargas adicionais de GNL em relação ao ano passado para atingir os níveis de armazenamento considerados necessários antes do próximo inverno.

Os riscos de abastecimento para os Estados Unidos são menores, já que o país se tornou, nos últimos anos, o maior produtor mundial de petróleo e gás. Ainda assim, os preços internos de petróleo e combustíveis acompanham os mercados internacionais, de modo que gasolina e diesel sobem nas bombas mesmo quando a oferta doméstica é abundante.

Nos Estados Unidos, o preço médio da gasolina no varejo atingiu US$ 3,32 por galão na sexta-feira, alta de 34 centavos na semana, segundo a AAA. O diesel chegou a US$ 4,33 por galão, ante US$ 3,76 na semana anterior.

A alta da gasolina representa um risco significativo para Trump e para os republicanos às vésperas das eleições de meio de mandato em novembro.

"Os preços da gasolina têm um forte impacto psicológico", disse Mark Malek, diretor de investimentos da Siebert Financial. "Eles representam o índice da inflação que os consumidores veem todos os dias."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Empresas cidadãs encolhem 71% em dois anos, e acesso à licença-maternidade ampliada diminui

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/03/2026 05:52

Trabalho e Carreira Empresas cidadãs encolhem 71% em dois anos, e acesso à licença-maternidade ampliada diminui Auditoria da Receita Federal excluiu mais de 22 mil empresas por irregularidades cadastrais ou incompatibilidade com o regime de tributação exigido para ter acesso ao benefício fiscal. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O número de empresas participantes do Programa Empresa Cidadã sofreu uma queda acentuada nos últimos dois anos.

O total de organizações cadastradas passou de 30.545, em 2024, para 8.862, em 2025 — uma redução de cerca de 71%.

Segundo a Receita Federal, a redução ocorreu após uma auditoria realizada em 2024, que resultou na exclusão de 22.207 empresas do programa.

As organizações foram retiradas por irregularidades cadastrais ou por incompatibilidade com o regime de tributação exigido para usufruir do benefício fiscal.

O número de empresas participantes do Programa Empresa Cidadã sofreu uma queda acentuada nos últimos dois anos. O total de organizações cadastradas passou de 30.545, em 2024, para 8.862, em 2025 — uma redução de cerca de 71%.

Em 2026, o número permaneceu praticamente estável, com 8.858 empresas. Segundo a Receita Federal, a redução ocorreu após uma auditoria realizada em 2024, que resultou na exclusão de 22.207 empresas do programa.

As organizações foram retiradas por irregularidades cadastrais ou por incompatibilidade com o regime de tributação exigido para usufruir do benefício fiscal.

🔎 Criado em 2008, o Programa Empresa Cidadã permite que empresas ampliem a licença-maternidade de 120 para 180 dias e a licença-paternidade de cinco para 20 dias. Em contrapartida, podem deduzir do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) o valor pago às funcionárias durante os dois meses adicionais.

Entre os setores econômicos, a maior presença de empresas cadastradas está na indústria de transformação, com 1.994 participantes. Em seguida aparecem o comércio e a reparação de veículos automotores e motocicletas, com 1.966 empresas.

Também se destacam os setores de informação e comunicação, com 1.065 organizações, e as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, com 1.026 empresas.

Antes da auditoria, o programa vinha registrando crescimento ao longo da última década. A série histórica mostra que, em 2010, havia 10.947 empresas participantes. O número continuou aumentando nos anos seguintes até atingir o pico de 30.545 organizações em 2024.

Apesar do crescimento observado até recentemente, um estudo de 2024 conduzido por pesquisadores da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da University College London (UCL) revela que a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses no Brasil não alcança a maioria das mulheres e pode aprofundar desigualdades no mercado de trabalho.

Segundo a pesquisa “Respostas de empresas e trabalhadoras às extensões da licença-maternidade remunerada”, apenas 35,7% das mães elegíveis utilizam os dois meses adicionais.

A adesão é mais comum em empresas de grande porte, com salários mais altos, maior produtividade e localizadas em regiões mais desenvolvidas.

Como resultado, o benefício tende a se concentrar entre mulheres com maior escolaridade e renda, enquanto trabalhadoras informais e de menor renda ficam fora do alcance da política.

“Há um claro viés distributivo: o Estado acaba subsidiando principalmente mulheres brancas, de classe média e alta, enquanto trabalhadoras informais — um terço da força de trabalho — ficam totalmente fora do alcance”, afirmam os autores.

O estudo também acompanhou mais de 31 mil trabalhadoras ao longo de 10 anos e concluiu que a licença estendida não gera efeitos duradouros sobre empregabilidade, salários ou permanência na mesma empresa.

Há apenas um aumento temporário na probabilidade de continuar empregada entre o quinto e o sétimo mês após o parto, período que coincide com a prorrogação da licença.

Os pesquisadores também identificaram estratégias adotadas por empresas e trabalhadoras para maximizar o recebimento do benefício:

Funcionárias que planejavam sair do emprego adiam a demissão para aproveitar os dois meses adicionais;Empresas também adiam desligamentos e, em alguns casos, reforçam a equipe antes da licença para já prever substituição;Demissões ocorrem com mais frequência logo após o fim da licença ampliada.

Os pesquisadores classificam o fenômeno como “moral hazard” (ou risco moral, em português) — quando regras de proteção social levam trabalhadores e empresas a ajustar comportamentos para obter vantagem financeira.

Por outro lado, fatores como maior tempo de empresa e disseminação de informação entre colegas aumentam a probabilidade de as mulheres utilizarem o direito.

Entre mulheres com menos escolaridade, a adesão aumenta à medida que colegas passam a solicitar o benefício, o que sugere que a falta de informação é uma das barreiras.

Segundo a economista Cecilia Machado, uma das pesquisadoras que lideraram o estudo, levantamentos internacionais mostram que homens e mulheres têm trajetórias profissionais quase idênticas até o nascimento do primeiro filho.

É a partir desse momento que ocorre a divergência. “A penalidade da maternidade é observada em diversos países, independentemente do nível de desenvolvimento”, afirma.

Cultural: a sociedade ainda atribui às mulheres a responsabilidade principal pelo cuidado;Econômico: como, em média, ganham menos que seus parceiros, elas acabam se afastando mais do trabalho quando a família precisa decidir.

A pesquisadora enfatiza que a licença-maternidade é essencial, mas insuficiente. “Sem a licença, muitas mulheres sairiam imediatamente após o parto. Mas, mesmo com ela, os desligamentos continuam ocorrendo — seja por iniciativa da empresa ou da própria mulher.”

A especialista também explica que a licença estendida é voluntária — tanto para empresas quanto para funcionárias — o que ajuda a entender por que menos de 36% das mulheres elegíveis utilizam os 180 dias.

“Mulheres de menor renda podem ter medo de solicitar a extensão, já que a estabilidade termina aos cinco meses e elas retornam após seis”, afirma a pesquisadora, que atualmente é professora na PUC-Rio.

Para a economista, a única forma de reduzir a desigualdade é dividir as responsabilidades de cuidado entre homens e mulheres.

Machado também defende que o país priorize creches públicas e acessíveis, e não apenas o auxílio-creche vinculado ao emprego formal.

“Depois de seis meses, a criança continua precisando de cuidado. Sem creche, a mãe simplesmente não tem como voltar ou permanecer no trabalho”, completa.

A legislação brasileira garante uma série de direitos às mulheres desde a confirmação da gravidez até o período posterior ao parto.

Segundo a advogada trabalhista Ana Gabriela Burlamaqui, sócia do escritório A. C. Burlamaqui Advogados, a gestante tem estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez, independentemente de a trabalhadora ou a empresa já terem conhecimento da gestação.

Isso significa que, até cinco meses após o parto, a trabalhadora não pode ser demitida sem justa causa. Durante esse período, também tem direito à licença-maternidade de 120 dias, sem alteração no salário ou no vínculo empregatício.

Nas empresas participantes do Programa Empresa Cidadã, esse prazo pode ser prorrogado por mais 60 dias, fazendo com que a licença chegue a 180 dias. Convenções ou acordos coletivos firmados com sindicatos também podem ampliar esse período.

A advogada destaca ainda que mudanças recentes na legislação passaram a prever que o início da licença-maternidade ocorra a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido — o que ocorrer por último —, garantindo maior proteção em casos de internação prolongada.

Possibilidade de transferência de função, sem redução salarial, quando as atividades representarem risco à saúde da mãe ou do bebê;Liberação para pelo menos seis consultas médicas e exames durante a gravidez, sem prejuízo do salário.

Apesar dessas garantias, a advogada ressalta que a estabilidade está vinculada à condição de gestante, e não ao período da licença-maternidade.

Assim, após o fim do prazo legal de estabilidade, não há garantia automática de permanência no emprego, exceto quando houver previsão em acordos coletivos ou políticas internas da empresa. Ainda assim, demissões relacionadas à maternidade podem ser consideradas discriminatórias.

Segundo Burlamaqui, situações como dispensa logo após o retorno ao trabalho, ausência de avaliações negativas anteriores ou alegações de baixo desempenho sem histórico documentado podem levantar suspeitas de discriminação.

Nesses casos, a Justiça do Trabalho pode reconhecer a prática como discriminação de gênero. Com base na Lei nº 9.029/1995, que proíbe práticas discriminatórias na relação de trabalho, a trabalhadora pode optar entre:

Ser reintegrada ao emprego, com pagamento dos salários do período afastado;Receber indenização em dobro, além de possíveis danos morais.

“A maternidade não altera, por si só, os parâmetros de desempenho esperados no trabalho. A proteção legal existe justamente para evitar que a maternidade seja tratada como obstáculo à trajetória profissional das mulheres”, afirma a advogada.

Ela ressalta que o desafio, especialmente em um país marcado por desigualdades sociais, é garantir que essa proteção se traduza em condições reais para que as mulheres possam conciliar maternidade e carreira sem sofrer discriminação ou perda de oportunidades.

Gestante possui estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez — Foto: Reprodução / Tribunal Superior do Trabalho

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GAC GS3: SUV ‘esconde’ origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Carros GAC GS3: SUV 'esconde' origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão Modelo tem aspiração para disputar espaço com SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, mas com tamanho de Jeep Compass e Nissan Kicks. Pré-venda começa nesta sexta (6). Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O foco recente do setor automotivo chinês está nos veículos eletrificados, mas o GAC GS3, anunciado nesta sexta-feira (6), faz uma curva de 180 graus e chega ao Brasil apenas com motor a combustão — e nem está entre os mais econômicos.

O carro está em pré-venda com sinal de R$ 4 mil, com as primeiras entregas previstas para começar nas duas últimas semanas de março. A GAC não revelou o preço do GS3, mas o g1 apurou que ele custará menos de R$ 200 mil.

Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.

Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.

Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.

Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.

Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.

Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.

Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.

Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.

No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:

Central multimídia de 14,6 polegadas;Painel de instrumentos digital;Faróis de LED com acendimento automático;Câmera de ré;Freio de estacionamento eletrônico;Rodas de liga leve com 18 polegadas;Chave presencial.

Piloto automático adaptativo;Frenagem automática de emergência;Assistente de permanência em faixa;Câmera 360 graus;Teto solar panorâmico;Rodas de liga leve com 19 polegadas.

Nova no mercado nacional, a GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de automóveis da China e chegou ao Brasil no ano passado. Atuando desde 1955, a empresa não apenas desenvolve seus próprios veículos, como também fabrica para marcas japonesas como Mitsubishi, Honda e Toyota.

A GAC também mantém parceria com a BYD. Juntas, as duas montadoras chinesas colaboram no desenvolvimento e na produção de ônibus destinados ao mercado chinês.

Em 2023, a GAC vendeu 2,52 milhões de veículos na China e emprega atualmente cerca de 110 mil pessoas. A meta da montadora é atingir 4,75 milhões de unidades comercializadas e alcançar um lucro estimado em US$ 137 bilhões até 2030.

Para isso, a empresa tem investido fortemente na expansão internacional. Esse movimento começou em 2021 e, atualmente, a empresa já está presente em países do Oriente Médio, Europa, Ásia, África e América Latina — incluindo mercados como Chile, Bolívia e Panamá.

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