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GAC GS3: SUV ‘esconde’ origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Carros GAC GS3: SUV 'esconde' origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão Modelo tem aspiração para disputar espaço com SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, mas com tamanho de Jeep Compass e Nissan Kicks. Pré-venda começa nesta sexta (6). Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O foco recente do setor automotivo chinês está nos veículos eletrificados, mas o GAC GS3, anunciado nesta sexta-feira (6), faz uma curva de 180 graus e chega ao Brasil apenas com motor a combustão — e nem está entre os mais econômicos.

O carro está em pré-venda com sinal de R$ 4 mil, com as primeiras entregas previstas para começar nas duas últimas semanas de março. A GAC não revelou o preço do GS3, mas o g1 apurou que ele custará menos de R$ 200 mil.

Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.

Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.

Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.

Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.

Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.

Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.

Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.

Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.

No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:

Central multimídia de 14,6 polegadas;Painel de instrumentos digital;Faróis de LED com acendimento automático;Câmera de ré;Freio de estacionamento eletrônico;Rodas de liga leve com 18 polegadas;Chave presencial.

Piloto automático adaptativo;Frenagem automática de emergência;Assistente de permanência em faixa;Câmera 360 graus;Teto solar panorâmico;Rodas de liga leve com 19 polegadas.

Nova no mercado nacional, a GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de automóveis da China e chegou ao Brasil no ano passado. Atuando desde 1955, a empresa não apenas desenvolve seus próprios veículos, como também fabrica para marcas japonesas como Mitsubishi, Honda e Toyota.

A GAC também mantém parceria com a BYD. Juntas, as duas montadoras chinesas colaboram no desenvolvimento e na produção de ônibus destinados ao mercado chinês.

Em 2023, a GAC vendeu 2,52 milhões de veículos na China e emprega atualmente cerca de 110 mil pessoas. A meta da montadora é atingir 4,75 milhões de unidades comercializadas e alcançar um lucro estimado em US$ 137 bilhões até 2030.

Para isso, a empresa tem investido fortemente na expansão internacional. Esse movimento começou em 2021 e, atualmente, a empresa já está presente em países do Oriente Médio, Europa, Ásia, África e América Latina — incluindo mercados como Chile, Bolívia e Panamá.

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Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Vale do Paraíba e Região Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa Principal fabricante de aviões do Brasil, a Embraer entregou 244 aeronaves no ano passado. A receita recorde foi quase 20% maior em comparação com o número de 2024. Por Léo Nicolini, g1 Vale do Paraíba e Região

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa — Foto: Divulgação/Embraer

A Embraer – principal fabricante de aviões do Brasil – registrou uma receita recorde de mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025. O número representa o o maior nível anual de todos os tempos.

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

O lucro líquido ajustado foi de US$ 253 milhões (R$ 1,4 bilhão), uma queda de 45% em relação ao ano anterior. Segundo a Embraer, o principal impacto foram as tarifas dos Estados Unidos.

Os destaques de 2025 foram as receitas das áreas de Defesa & Segurança e Aviação Executiva, com crescimento anual de 36% e 24%, respectivamente.

78 jatos comerciais – 44 E2s e 34 E1s155 jatos executivos – 86 leves e 69 médios3 KC-390 Millennium8 A-29 Super Tucano

O número de aeronaves entregues é 18% maior em relação a 2024, quando a empresa fez a entrega de 2026 aviões.

A margem EBIT ajustada em 2025 foi de 8,7%, enquanto o fluxo de caixa livre (sem considera a Eve, que produz os 'carros voadores') superou os US$ 491 milhões (R$ 2,3 bilhões).

🔍 Margem EBIT é um indicador de rentabilidade que mede a eficiência operacional de uma empresa, mostrando a porcentagem da receita líquida que se transforma em lucro, sem considerar as despesas financeiras e impostos.

Para 2026, a projeção da companhia brasileira é entrega entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos.

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Compass, empresa da Cosan, pede registro para abrir capital no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

A Cosan informou nesta quinta-feira (5) que entrou com pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na sigla em inglês) de sua controlada Compass Gás e Energia no Brasil.

O pedido foi enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado financeiro no Brasil.

Segundo a companhia, a venda das ações poderá incluir investidores de fora do país e terá a coordenação de grandes bancos, como BTG Pactual, Bank of America, Bradesco BBI, Citigroup, Itaú BBA, J.P. Morgan, Santander Brasil e XP Investimentos, que vão ajudar a organizar e oferecer os papéis ao mercado.

No mesmo dia, a Compass Gás e Energia também pediu para mudar seu nível de listagem na B3 para o Novo Mercado, um segmento da bolsa que reúne empresas com regras mais rígidas de governança e transparência. O pedido ainda está sendo analisado pela bolsa.

A Cosan informou que detalhes da operação — como a quantidade de ações que será vendida e o preço dos papéis — ainda serão definidos pelo conselho de administração. O valor final dependerá do interesse de grandes investidores no Brasil e no exterior.

A oferta só poderá acontecer depois que a CVM autorizar o registro, a B3 aprovar a mudança para o Novo Mercado e as condições de mercado forem consideradas favoráveis.

Empresa de gás natural do grupo Cosan, a Compass atua na distribuição, comercialização e infraestrutura de gás no Brasil e tem participação em ativos do setor, como a Comgás, maior distribuidora de gás canalizado do país.

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Fim da patente da semaglutida em 2026 acirra disputas de mercado entre China, Índia, EUA, Canadá e Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 07:49

Saúde Fim da patente da semaglutida em 2026 acirra disputas de mercado entre China, Índia, EUA, Canadá e Brasil Nova geração de medicamentos emagrecedores ocupa um papel central na disputa por patentes, mercados e cadeias produtivas que redefine o setor farmacêutico global Por The Conversation Brasil

Os medicamentos emagrecedores baseados em incretinas — hormônios intestinais que regulam a liberação de insulina e o apetite — transformaram o tratamento da obesidade. Entre eles estão os agonistas de GLP-1, caso da semaglutida, e os duplos agonistas de GLP-1 e GIP, como a tirzepatida, hoje responsáveis por um dos mercados mais dinâmicos da indústria farmacêutica.

O crescimento surpreendeu até analistas experientes: em 2023, projetava-se que as vendas globais atingiriam US$ 100 bilhões no início da próxima década. Um ano depois, a estimativa foi revisada para US$ 150 bilhões, refletindo a demanda muito acima do previsto.

Esse momento de expansão acelerada, porém, coincide com uma inflexão importante para a indústria. Entre 2025 e 2029, o setor enfrenta o vencimento simultâneo de patentes em diversas áreas terapêuticas — o chamado Abismo de Patentes 2.0.

A perda da exclusividade de produção pode gerar perdas líquidas globais estimadas em US$ 90 bilhões ao abrir espaço para genéricos e biossimilares. A nova geração de medicamentos emagrecedores ocupa um papel central nessa disputa por patentes, mercados e cadeias produtivas que redefine o setor farmacêutico global.

O Ozempic, um dos medicamentos mais conhecidos, tem como princípio ativo a semaglutida. A patente da substância, que expira em março de 2026 na China, Índia, Turquia, Canadá e Brasil, pertence ao laboratório dinamarquês Novo Nordisk.

Juntos, esses países concentram cerca de 40% da população mundial e aproximadamente 33% das pessoas com obesidade no planeta. A coincidência das datas de expiração nesses mercados estratégicos representa um desafio para a empresa.

Neste cenário altamente competitivo, não há espaço para desempenho abaixo do esperado como ocorreu com o mais recente medicamento emagrecedor desenvolvido pela Novo Nordisk, o CagriSema. A situação se agravou ainda mais para esse laboratório com o sucesso do novo fármaco do concorrente, o Zepbound da Eli Lilly.

Assim, as ações da Novo Nordisk despencaram e o valor de mercado do laboratório Eli Lilly, fabricante do Zepbound (tirzepatida, indicado para emagrecimento), superou a barreira de US$ 1 trilhão.

No fim de 2025, o laboratório Lupin, com sede em Mumbai, na Índia, fechou um acordo com a empresa Gan & Lee Pharmaceuticals, com sede em Pequim, na China, que dá ao Lupin direitos exclusivos de venda e distribuição na Índia de uma substância ainda em fase de teste, a bofanglutida, mais um análogo de GLP-1.

O fármaco é indicado para diabetes do tipo 2, e mostrou resultados de perda de peso comparáveis ou superiores à semaglutida, com a vantagem de reduzir o número de injeções necessárias aos concorrentes, exigindo apenas uma injeção a cada 14 dias.

A Lupin é a quinta maior empresa de genéricos nos Estados Unidos e oitava no mundo, presente em mais de 200 países, entre eles, Rússia, Japão, Estados Unidos, México e Brasil, com lucro de mais de US$ 80 milhões no segundo trimestre de 2025.

A parceria indo-chinesa reforça a estratégia da Lupin, inclusive no Brasil, por meio da MedQuímica (Juiz de Fora – Minas Gerais). Um dos 30 maiores laboratórios farmacêuticos nacionais, a MedQuímica tornou-se parte do Grupo Lupin em 2015.

Por sua vez, a chinesa Gan & Lee já está há algum tempo negociando diretamente com o governo brasileiro projetos de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), bem como futuras colaborações com relação a drogas emagrecedoras inovadoras como o GZR4 e a bofanglutida.

A Lupin e outro laboratório indiano, o Biocon, trabalham em parceria em alguns mercados e substâncias, e também em projetos diferentes com a Viatris/Mylan Pharmaceuticals. A Biocon é a maior farmacêutica da Índia, responsável pela movimentação de mais de US$ 1 bilhão em 2025. Isso alavanca o alcance global dos indianos na comercialização de biossimilares.

No Brasil, a Lupin fez uma parceria com o laboratório Biomm (Nova Lima, Minas Gerais), controlado pela empresa Biocon, para a comercialização de um medicamento oncológico. Mas isso não impede que esses laboratórios operem como concorrentes no país. No caso dos GLP-1, a Lupin juntamente com a MedQuímica deve oferecer bofanglutida, enquanto o Biocon, em associação com o Biomm, deve oferecer semaglutida genérica.

De acordo com uma pesquisa da revista científica PLOS One de 2022, 63,2% dos adultos sentem algum grau de medo de agulhas, com mais da metade evitando coleta de sangue e um terço evitando vacinas. Por isso, as marcas investem em pesquisas para versões orais. Partindo daí, é possível dimensionar o impulso recebido pelo dinamarquês Novo Nordisk para lançar, em janeiro de 2026, o Wegovy em comprimido.

A Eli Lilly não conseguiu, até o momento, a aprovação da agência reguladora americana, o FDA, para um fármaco equivalente. Na melhor das hipóteses, sua medicação oral – o orforglipron, ainda sem nome comercial – será aprovada em março de 2026.

Uma diferença decisiva entre os comprimidos dos dois laboratórios – de acordo com as respectivas bulas – parece estar na conveniência. O medicamento da Lilly pode ser tomado a qualquer hora, com ou sem comida; mas semaglutidas orais da Novo Nordisk (Wegovy, indicado para obesidade, e Rybelsus, para diabetes tipo 2 e frequentemente utilizado off-label para obesidade) requerem estômago vazio e um intervalo de 30 minutos antes comer e beber.

Em paralelo, estudos de custo-eficiência sublinham a dificuldade de comparar as apresentações orais contra os injetáveis em função da diferença das bases utilizadas. Quanto ao preço, pode variar muito, de acordo com os descontos obtidos pelos meios tradicionais (cobertura por seguros públicos e privados) e por inovações como a venda direta e as plataformas eletrônicas.

A estimativa é de que o mercado global de medicamentos emagrecedores atinja US$ 95 bilhões em 2030, dos quais 24% (cerca de US$ 23 bilhões) devem ser capturados pelas versões orais. Dentro deste segmento, a previsão do banco de investimentos Goldman Sachs é de que o comprimido da Eli Lilly deve abocanhar 60% desse segmento contra 21% do produto da Novo Nordisk.

Em 2024-2025, a Big Pharma passou a privilegiar os programas de venda direta ao paciente (DTP) que combinam preços transparentes em dinheiro com telessaúde e entrega em domicílio, caso da NovoCare Pharmacy (Novo Nordisk), LillyDirect (Eli Lilly), Eliquis 360 Support (Bristol Myers Squibb) e o Cosentyx DTP (Novartis) e PfizerForAll, AstraZeneca Direct, AmgenNow.

É uma transformação radical em relação ao modelo de negócio dominante. Mas não só, pois promove uma mudança clara no relacionamento com o paciente, buscando escapar de controles como o gerenciamento do preço dos medicamentos pelos planos e sistemas nacionais de saúde.

O marketing do Wegovy está voltado para consumidores que pagam do próprio bolso e não têm cobertura de seguro público ou privado. O atual CEO da Novo Nordisk, Maziar Mike Doustdar, afirmou na recente J.P. Morgan Healthcare Conference – ponto de encontro estratégico de interesses financeiros e farmacêuticos – que medicamentos para obesidade respondem melhor ao modelo de venda direta do que outros fármacos. Por isso, uma de suas metas é dominar os canais diretos ao paciente e de pagamento em dinheiro.

Mais avanços científicos e tecnológicos estão prometidos, como um spray nasal à base de semaglutida em fase de teste, a ser lançado em breve pela Shanghai Shiling Pharmaceutical, que, provavelmente será vendido por plataformas eletrônicas. Talvez até mesmo pela nacionalista Trump Rx, que, negando críticas internas e externas, promete baixar preços e promover o retorno de investimentos para os Estados Unidos.

Em meio a este contexto complexo, os medicamentos emagrecedores e seus mercados parecem depender menos da ciência e cada vez mais das relações internacionais.

Carlos Roberto Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Ataques no Oriente Médio travam rotas de petróleo e disparam preços no mercado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/03/2026 23:28

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,1400,03%Dólar TurismoR$ 5,3490,17%Euro ComercialR$ 6,0720,17%Euro TurismoR$ 6,3290,32%B3Ibovespa191.118 pts-0,07%Oferecido por

Os preços do petróleo registraram forte alta no início das negociações após os ataques conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã. A ofensiva militar e os contra-ataques retaliatórios contra instalações americanas e israelenses provocaram interrupções imediatas na cadeia global de suprimento de energia.

O barril do petróleo tipo Brent, referência internacional, alcançava na abertura asiática o valor de US$ 78,34 (cerca de 7,5% de alta). O WTI, produzido nos Estados Unidos, também avançava: aproximadamente 7,3%.

Investidores temem que o fornecimento de petróleo do Oriente Médio sofra uma redução drástica, ou até seja interrompido, especialmente devido às tensões no Estreito de Ormuz. Ataques contra embarcações na região já limitam a capacidade de exportação de vários países.

A área do golfo de Omã é vista como a principal preocupação do mercado, por concentrar cerca de 20% de toda a circulação de petróleo no mundo. Embora o canal não tenha sido oficialmente fechado, diversos petroleiros se acumulam na região devido ao risco elevado de ataques e ao encarecimento dos seguros.

Uma tocha de gás em uma plataforma de produção de petróleo nos campos de petróleo de Soroush é vista ao lado de uma bandeira iraniana no Golfo Pérsico, no Irã — Foto: Raheb Homavandi/File Photo/Reuters

Especialistas da Rystad Energy, ouvidos pela Associated Press, estimam que até 15 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado mundial caso o tráfego no Estreito permaneça paralisado. Segundo Jorge León, vice-presidente da consultoria, o acesso às rotas de exportação tornou-se um fator mais crítico que as metas nominais de produção.

Na tentativa de conter a escalada da crise, oito países integrantes da OPEP+ anunciaram um aumento na oferta de petróleo bruto. O grupo pretende elevar a produção em 206 mil barris por dia a partir de abril, incluindo contribuições de nações como Arábia Saudita, Rússia e Iraque.

No campo político, Donald Trump afirmou que o conflito militar na região pode se prolongar até que todos os objetivos militares dos EUA sejam atingidos O Irã exporta cerca de 1,6 milhão de barris diários, principalmente para a China, que poderá precisar buscar fontes alternativas caso as vendas iranianas sejam interrompidas — o que pressionaria ainda mais os preços globais de energia.

Analistas ouvidos pela Reuters comparam o cenário atual ao embargo do petróleo nos anos 1970, quando os preços dispararam 300%. Uma alta prolongada pode reacender pressões inflacionárias em escala global e prejudicar consumo e atividade econômica.

O choque no setor de energia teve reflexos imediatos em bolsas internacionais. Os mercados de Nova York e Tóquio abriram em queda, enquanto o ouro subia impulsionado pela busca de proteção em ativos considerados mais seguros.

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Com nota baixa em gestão fiscal, DF não terá garantia da União para tomar empréstimo e reforçar BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/02/2026 02:47

Distrito Federal Com nota baixa em gestão fiscal, DF não terá garantia da União para tomar empréstimo e reforçar BRB Governo do DF busca soluções para recompor capital do BRB, abalado após transações malsucedidas com o Banco Master. Empréstimo é cogitado, mas União não será avalista. Por Cláudia Bomtempo, Mateus Rodrigues, TV Globo e g1 — Brasília

O principal fator para a baixa nota foi a poupança corrente, com 95,27% da arrecadação para despesas.

Sem a garantia federal, o DF enfrentará juros mais altos e condições menos favoráveis para financiamentos.

Em busca de aportes bilionários para reforçar o patrimônio do Banco de Brasília (BRB) (entenda abaixo), o governo do Distrito Federal não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.

Isso, porque o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal.

O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez (veja detalhes abaixo) que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, indicam o risco de aquele governo dar o calote em um empréstimo.

➡️A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B).

➡️O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês.

Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A União é o avalista mais sólido possível para um empréstimo, por ter ampla capacidade de honrar o pagamento. Só em 2025, o governo federal pagou R$ 11,1 bilhões em dívidas atrasadas de estados e municípios.

Com a garantia da União, o risco da operação de crédito despenca. Na prática, o DF conseguiria pegar empréstimos maiores, com taxas de juros menores e condições facilitadas de financiamento.

O g1 questionou o governo do DF sobre a queda na avaliação do Capag e a intenção de contrair um empréstimo para socorrer o BRB, mas não recebeu retorno até a publicação deste texto.

Por isso, cabe ao governo Ibaneis Rocha (MDB) recapitalizar o banco e garantir que o BRB atenda às regras do sistema financeiro nacional – entre elas, a garantia de um nível de capital mínimo nos cofres.

As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo do BRB. O banco incorporou a seu patrimônio carteiras de crédito do Master que, segundo investigação da Polícia Federal, têm fortes indícios de fraude financeira.

Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou – o que não gera risco de insolvência ou liquidação, mas coloca em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país.

O mercado financeiro espera que, junto com esse documento, o banco divulgue também as soluções concretas que serão tomadas para recompor o capital – como forma, inclusive, de manter uma imagem de solidez.

Endividamento: proporção entre a dívida e a receita corrente líquida;Poupança: proporção entre a receita (o que o ente arrecada) e a despesa (o que o ente gasta);Liquidez: diferença entre as despesas obrigatórias e o dinheiro disponível no caixa.

Sistema do Tesouro mostra nota C para a Capacidade de Pagamento do Distrito Federal — Foto: Tesouro Nacional/Reprodução

De acordo com o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Tesouro Nacional, 95,27% do que o DF arrecada é destinado para as despesas correntes.

Com isso, quase não sobra espaço no caixa para financiar investimentos – ou pagar empréstimos. Foi esse o indicador que derrubou a nota do DF no Capag e, agora, impede a União de avalizar empréstimos da capital.

Enquanto isso, o governo do DF tenta usar outra medida para viabilizar o empréstimo: a entrega de nove imóveis públicos de grande porte, que poderiam ser vendidos ou usados como garantia em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.

Essa mecânica ainda precisa ser aprovada pela Câmara Legislativa do DF, mas vem enfrentando resistência da oposição ao governo Ibaneis Rocha (MDB) e até de aliados do governador.

O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas.

O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado. Ou seja: evitar abalos à credibilidade do BRB.

⬆️ Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis.

⬇️ Em compensação, caso não consigam honrar o empréstimo no futuro, o BRB e o governo do DF podem se ver obrigados a alienar (vender) esses imóveis para pagar o compromisso assumido.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em discurso no Congresso, Trump exalta ganhos no mercado, mas desaponta sobre tarifaço, dizem analistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,155-0,26%Dólar TurismoR$ 5,354-0,25%Euro ComercialR$ 6,072-0,37%Euro TurismoR$ 6,319-0,4%B3Ibovespa191.453 pts1,38%Oferecido por

O presidente Donald Trump destacou 53 recordes no mercado acionário desde sua eleição em novembro de 2024, relacionando-os ao aumento das poupanças de aposentadoria.

Analistas esperavam mais clareza sobre a política tarifária, com Karen Jorritsma, da RBC Capital Markets, afirmando: "As pessoas provavelmente aguardavam algo mais definitivo".

Trump anunciou a intenção de igualar contribuições de até US$ 1.000 para trabalhadores sem planos de contrapartida, a partir do próximo ano.

A Suprema Corte derrubou tarifas emergenciais, levando Trump a criar novas de 10% por 150 dias, com intenção de elevá-las para 15%.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou os ganhos do mercado de ações em discurso na terça-feira (24) e prometeu que o governo ajudará a reforçar a aposentadoria de trabalhadores. Ele, porém, deu poucos detalhes sobre tarifas e política comercial, tema que tem gerado incerteza entre investidores.

Analistas afirmaram que o mercado esperava sinais mais claros sobre o rumo das tarifas. “As pessoas provavelmente aguardavam algo mais definitivo”, disse Karen Jorritsma, da RBC Capital Markets, em Sydney.

No pronunciamento, Trump afirmou que houve 53 recordes no mercado acionário desde que venceu a eleição para seu segundo mandato, em novembro de 2024. Ele relacionou o desempenho das bolsas ao aumento das poupanças de aposentadoria conhecidas como 401(k), plano amplamente usado nos Estados Unidos.

O presidente também anunciou a intenção de, a partir do próximo ano, igualar contribuições de até US$ 1.000 feitas por trabalhadores que não têm acesso a planos com contrapartida das empresas. Não foram apresentados detalhes sobre o funcionamento da proposta.

Para Jake Dollarhide, da Longbow Asset Management, contribuições públicas desse tipo podem estimular novos ganhos no mercado no futuro.

O discurso ocorre em um momento delicado para investidores, após meses de volatilidade. Além das preocupações com o valor elevado de empresas ligadas à inteligência artificial, a falta de clareza sobre a política comercial dos EUA tem mantido o mercado cauteloso.

Na semana passada, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou tarifas emergenciais impostas por Trump. Em resposta, ele assinou uma ordem criando tarifas de 10% por 150 dias para substituí-las e, no dia seguinte, afirmou que pretende elevar a taxa para 15%.

Trump disse ainda que “quase todos” os países e empresas querem manter acordos tarifários e de investimento firmados anteriormente com os Estados Unidos.

Apesar de o principal índice acionário americano acumular alta de cerca de 13% desde a posse, em janeiro de 2025, o avanço tem sido limitado em 2026. As bolsas de outros países apresentam desempenho superior, enquanto o dólar é negociado perto dos níveis mais baixos desde 2022.

Historicamente, discursos sobre o Estado da União costumam ter impacto reduzido nos mercados financeiros, por serem usados principalmente para destacar realizações do governo e apresentar diretrizes gerais de política econômica.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Impostos sobem, lojas fecham: pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na Rússia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Empreendedorismo Guia do empreendedor Impostos sobem, lojas fecham: pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na Rússia De padarias a salões de beleza, empresas russas sentem o impacto da nova política tributária em tempos de guerra. Por Associated Press — São Paulo

As novas reformas tributárias na Rússia visam compensar a queda nas receitas de petróleo e o déficit orçamentário, impactando diretamente pequenas empresas.

O imposto sobre valor agregado (IVA) foi elevado em 2%, e os limites de faturamento para sua cobrança foram drasticamente reduzidos.

Empresários relatam aumento de custos, queda na demanda e uma carga tributária dezenas de vezes maior, forçando muitos a fechar ou reduzir operações.

A campanha "Nós Somos Mashenka" destaca que, ao contrário do caso isolado da padaria de Maksimov, a maioria não tem apoio governamental.

Especialistas veem as mudanças como uma estratégia deliberada do Ministério das Finanças para criar fontes de renda mais estáveis em tempos de guerra.

Pessoas saem da padaria Mashenka, nos arredores de Moscou, Rússia — Foto: AP/Alexander Zemlianichenko

A padaria de Denis Maksimov, nos arredores de Moscou, ficou famosa da noite para o dia depois de ele ter aparecido no programa anual de perguntas e respostas do presidente Vladimir Putin, em dezembro.

Em frente à padaria — chamada Mashenka, em homenagem à sua filha mais velha — ele implorou a Putin por vídeo que analisasse as novas reformas tributárias que estão aumentando significativamente a carga sobre pequenas empresas como a dele.

“Entendemos muito bem que não é uma situação fácil para o país. Entendemos que o aumento de impostos é necessário”, disse Maksimov. “Para ser franco, estamos olhando para o futuro sem otimismo. Muitas empresas vão fechar.

Com o quarto aniversário da invasão em larga escala da Ucrânia por Putin , a crescente pressão sobre a economia russa começa a se manifestar. As receitas do petróleo estão diminuindo , o déficit orçamentário aumentou e os gastos militares que impulsionaram o crescimento robusto estagnaram.

O Kremlin agora está explorando os consumidores e as pequenas empresas em busca de fundos. O imposto sobre valor agregado (IVA) foi aumentado em 2% e os limites de receita para obrigar as empresas a pagá-lo foram drasticamente reduzidos.

Os russos comuns parecem estar sentindo o impacto. Empresários entrevistados pela Associated Press descreveram uma queda constante na demanda por seus bens e serviços, um aumento repentino nos custos devido à adaptação dos fornecedores à reforma tributária e uma carga tributária que agora é dezenas de vezes maior.

Alguns disseram que reduziram o tamanho de suas empresas para continuar operando, enquanto outros fecharam as portas.

Um vídeo recente nas redes sociais mostrou as consequências econômicas: espaços comerciais vazios na principal avenida de São Petersburgo, a Nevsky Prospekt, onde loja após loja fechou as portas.

"Nunca me senti tão assustada, tão desprotegida, tão ansiosa como neste ano", disse Darya Demchenko, proprietária de uma rede de salões de beleza na segunda maior cidade da Rússia.

O presidente russo Vladimir Putin experimenta doces da padaria Mashenka em Moscou, em 20 de dezembro de 2025, depois que o proprietário o questionou sobre reformas tributárias em seu programa anual de perguntas e respostas por telefone — Foto: Mikhail Metzel, Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP, Arquivo

O apelo de Maksimov a Putin não conseguiu reverter a reforma tributária, que reduziu o limite para obrigar as empresas a pagar o IVA de 60 milhões de rublos (cerca de R$ 4,04 milhões em receita anual) para 20 milhões de rublos (aproximadamente R$ 1,35 milhão). Até 2028, a intenção é ir para 10 milhões de rublos (cerca de R$ 674 mil).

O limite de faturamento foi reduzido de forma semelhante para aqueles que utilizam o “sistema de tributação por patente”, no qual pequenas empresas fazem pagamentos anuais fixos — geralmente apenas dezenas de milhares de rublos — em vez de uma porcentagem de suas receitas ou lucros.

Este ano, aqueles cujas receitas ultrapassarem 20 milhões de rublos precisarão pagar pelo menos 6% de imposto sobre suas receitas e pelo menos 5% de IVA.

Em sua troca de palavras televisionada, Maksimov disse que vinha utilizando o sistema de patentes há oito anos, e Putin respondeu ressaltando a necessidade de uma reforma tributária para combater as importações ilegais "descontroladas", mas prometeu analisar o que poderia ser feito.

A presença de Maksimov atraiu a atenção e novos clientes para a Mashenka, que possui três padarias na região de Moscou. A empresa enviou uma cesta de produtos assados ​​ao Kremlin e se vangloria em seu site de que Putin "experimentou nossas tortas".

A mídia russa citou Maksimov dizendo que as vendas aumentaram por um tempo, mas sem uma mudança na política tributária, ele cogitou fechar a empresa.

Putin mencionou o caso de Mashenka em uma reunião do governo no mês passado, e o Ministro da Economia, Maxim Reshetnikov, propôs medidas que isentariam a empresa de Maksimov do pagamento do IVA e reduziriam seus outros impostos. Pouco depois, o proprietário afirmou que não estava considerando fechar as portas.

“Acho que vamos crescer, talvez mais lentamente do que antes, mas não com menos confiança”, disse Maksimov à AP este mês. Ele admitiu, no entanto, que ainda aguarda a aprovação das medidas propostas pelas autoridades. Não se sabe ao certo quando isso acontecerá.

Um cliente compra pão na padaria Mashenka, nos arredores de Moscou, Rússia, na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. — Foto: AP/Alexander Zemlianichenko

O caso de Maksimov causou indignação entre outros pequenos e médios empresários. Em uma campanha online intitulada "Nós Somos Mashenka", iniciada pela Associação de Empresas da Indústria da Beleza, empresários de toda a Rússia relataram casos semelhantes, observando que, ao contrário de Maksimov, que teve a sorte de conseguir a atenção de Putin, eles não tinham ninguém para ajudá-los.

Demchenko, que apoiou a campanha, afirmou à AP que, dos quatro salões de beleza voltados para famílias em sua rede — três próprios e um operado por franquia —, precisou fechar uma unidade e vender outra para conseguir se manter.

Segundo ela, a decisão foi motivada pelo aumento expressivo dos impostos e de outros custos, além da queda na demanda pelos serviços.

As reformas tributárias fizeram com que ela deixasse de ser elegível para o sistema de patentes e passasse a pagar impostos muito mais altos, além de ter que contratar um contador em tempo integral para lidar com a papelada, disse ela.

Seus custos — como aluguel, suprimentos, segurança e serviços bancários — aumentaram 30%, acrescentou, observando que os fornecedores elevaram seus preços muito além do aumento de 2% do IVA.

Segundo ela, o setor de beleza resistiu à pandemia de COVID-19 graças ao apoio governamental, como isenções e adiamentos de impostos, além de estratégias de negociação com os proprietários para a suspensão temporária do aluguel.

Uma mulher passa por um supermercado fechado em São Petersburgo, Rússia, na sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 — Foto: AP/Dmitri Lovetsky

Lyalya Sadykova, presidente da Associação de Empresas do Setor de Beleza, afirmou que cerca de 10% dos estabelecimentos do setor de beleza em São Petersburgo fecharam as portas e outros 10% venderam suas empresas em dezembro e janeiro. Ela prevê mais fechamentos nesta primavera.

“As pessoas vão fazer as contas. O primeiro prazo para o pagamento de impostos é em abril, e as pessoas vão perceber que não têm dinheiro para pagar, e é aí que o colapso vai começar”, disse ela. “Acho que haverá falências e uma debandada em massa do mercado, porque agora me parece que nem todos fizeram as contas e entenderam a situação.”

Quando as reformas tributárias foram adotadas no ano passado, as proprietárias de confeitaria Ilsiya Gizatullina e Railya Shayhieva decidiram fechar seu negócio em Kazan. Assim como Demchenko, elas citaram os aumentos maciços de impostos, o aumento dos custos e a queda na demanda.

"Foi uma decisão incrivelmente difícil, "como amputar um membro. Porque morávamos lá, era a nossa vida, 24 horas por dia, 7 dias por semana", disse Gizatullina à AP.

Inauguradas em 2020, as empresas sobreviveram à pandemia, que, segundo Gizatullina, foi apenas temporária. O novo sistema tributário veio para ficar.

“Entendemos perfeitamente que não será abolido depois de amanhã, e provavelmente haverá uma carga tributária ainda maior no futuro”, disse Gizatullina.

Como parte das reformas, mais empresas pagarão impostos mais altos em 2027 e 2028, já que as mudanças afetarão aquelas com receitas ainda menores.

As pequenas e médias empresas representam pouco mais de 20% da economia russa, mas ainda assim é um percentual significativo, afirma Chris Weafer, CEO da consultoria Macro-Advisory Ltd. Aumentar a aplicação do IVA a essas empresas significará uma arrecadação considerável para o orçamento do Estado.

Trata-se de “uma estratégia deliberada do Ministério das Finanças para criar fontes de renda mais estáveis ​​e previsíveis” em um momento em que as receitas do petróleo estão em queda e o déficit orçamentário está em alta, disse Weafer.

As pequenas e médias empresas têm estado sob pressão desde 2014, quando a Rússia enfrentou sanções devido à anexação ilegal da Península da Crimeia e o governo direcionou a maior parte do seu apoio às grandes empresas.

As novas regulamentações fiscais aumentam a pressão, disse Weafer, e embora seja improvável que isso arruine a economia, irá dificultar o crescimento quando a guerra terminar.

“O único motor de expansão, crescimento e inovação necessário em uma economia é o setor que mais sofreu nos últimos quatro anos e continua sofrendo hoje”, disse ele.

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Nunes rebate CEO da Enel após fala sobre apagões e diz que ‘nem Jesus Cristo’ salva a empresa de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 01:45

São Paulo Nunes rebate CEO da Enel após fala sobre apagões e diz que 'nem Jesus Cristo' salva a empresa de energia Prefeito de São Paulo criticou declaração do executivo, que atribuiu apagões à arborização urbana e disse que interrupções seriam inevitáveis em tempestades. Por Redação g1 SP

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), durante a Expo Favela. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rebateu nesta segunda-feira (23) uma declaração do CEO global da Enel, que afirmou que nem “Jesus Cristo” conseguiria evitar apagões na região metropolitana devido às condições da arborização urbana.

Em entrevista, Nunes criticou duramente a fala do executivo e acusou a concessionária de incompetência na prestação do serviço.

“Nem Jesus Cristo salva essa Enel. Muita cara de pau. Um deboche. O nível de incompetência é tão grande que, somado à capacidade de mentiras, chega a assustar. Mais de 80% dos locais que ficaram sem energia não tiveram queda de árvores”, afirmou o prefeito.

A declaração do prefeito ocorre após o CEO da companhia, Flavio Cattaneo, comentar as dificuldades enfrentadas pela rede elétrica aérea em São Paulo. Segundo ele, a queda de árvores durante tempestades danifica cabos e torna mais lento o restabelecimento do fornecimento de energia.

“Na nossa avaliação, não se trata apenas de um problema da Enel. Se esse tipo de arborização continuar, só alguém seria capaz de resolver — e não é um ser humano, é Jesus Cristo, porque não há como evitar apagões de outra forma”, disse o executivo.

Cattaneo também afirmou que os cabos de energia, em muitos pontos, estão “dentro das árvores”, e não apenas próximos a elas, o que, segundo ele, torna inevitáveis interrupções do serviço em situações de tempestade ou eventos climáticos excepcionais.

De acordo com o CEO, o departamento jurídico da empresa e a subsidiária brasileira apresentaram às autoridades locais resultados que indicariam melhora de 50% na qualidade do serviço prestado em São Paulo no último ano.

A troca de declarações ocorre em meio a críticas recorrentes à concessionária após episódios recentes de falta de energia na capital paulista e na região metropolitana.

Os serviços da Enel estão sob forte escrutínio público no Brasil desde o fim de 2024, quando concessionárias do grupo levaram dias para restabelecer o fornecimento após eventos climáticos extremos.

Os problemas são mais evidentes na região metropolitana de São Paulo, onde uma série de apagões após tempestades nos últimos anos expôs dificuldades da empresa em responder rapidamente a situações de emergência, segundo fiscalizações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O governo e a Aneel discutem uma eventual caducidade do contrato da Enel em São Paulo. O processo começou a ser analisado pela agência reguladora em novembro do ano passado, mas foi suspenso após pedido de vista do diretor Gentil Nogueira.

Diante da pressão pública, o escopo da análise foi ampliado para incluir o grande apagão ocorrido em dezembro do ano passado, que afetou 4,4 milhões de consumidores.

A Aneel deve avaliar nesta terça-feira um pedido de Gentil Nogueira por mais 60 dias para elaborar seu voto e recolocar em pauta o processo de eventual caducidade da Enel São Paulo na reunião da diretoria da agência.

Segundo o diretor, o prazo adicional é necessário para garantir à empresa o direito à ampla defesa, após a última fiscalização da Aneel apontar desempenho insatisfatório da concessionária no apagão de dezembro.

O pedido já recebeu manifestação contrária do diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, que reforçou, em ofício enviado na sexta-feira, a necessidade de deliberação “em caráter de urgência”.

A Enel tem se defendido com pareceres jurídicos de especialistas como Marçal Justen Filho e Gustavo Binenbojm. Segundo essas análises, seria ilegal e inconstitucional que a Aneel avalie a eventual caducidade da concessão incluindo o apagão de dezembro.

A abrangência da análise já era uma dúvida quando o processo começou a ser discutido, em novembro do ano passado. À época, diretores da Aneel cogitavam estender a avaliação até março deste ano para incluir o período de chuvas, que costuma trazer mais desafios às distribuidoras.

A Enel anunciou nesta segunda-feira um plano de investimentos de 53 bilhões de euros entre 2026 e 2028, com maior foco em energias renováveis, principalmente na Europa e nos Estados Unidos.

A empresa não detalhou o volume destinado ao Brasil, mas informou que cerca de 6,2 bilhões de euros serão direcionados às operações na América Latina — Brasil, Chile, Colômbia e Argentina —, “sujeitos à existência de um ambiente regulatório previsível e a uma visão clara do futuro”.

Um projeto-piloto da Enel São Paulo mapeou 770 mil árvores na área de concessão da empresa na Grande São Paulo de forma colaborativa com as respectivas prefeituras. O levantamento apontou que 9 das 145 árvores que efetivamente caíram durante o apagão de dezembro de 2025 na região tinham risco.

A informação foi encaminhada pela Enel à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entre os dias 10 e 11 de dezembro, mais de 4 milhões de imóveis ficaram no escuro depois de uma ventania histórica atingir a região.

A perícia contratada pela Enel começou em outubro de 2024 apontou que a principal causa da queda das árvores foi a força do vento. De acordo com o laudo, problemas secundários, como a presença de fungos, também contribuíram para o tombamento.

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ByteDance assina acordo para transferir controle do TikTok nos EUA a nova empresa

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 24/02/2026 00:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A ByteDance, empresa chinesa controladora do TikTok, firmou na quinta-feira (19) acordos vinculativos para transferir o controle das operações do aplicativo nos Estados Unidos para um grupo de investidores. Entre eles está a Oracle, empresa americana de tecnologia.

A medida representa um avanço para evitar a proibição do aplicativo no país e encerra um período prolongado de incertezas sobre seu futuro no mercado americano.

👉 O TikTok é utilizado regularmente por mais de 170 milhões de pessoas nos Estados Unidos e está no centro de disputas políticas desde agosto de 2020.

Durante o primeiro mandato, o presidente Donald Trump tentou, sem sucesso, barrar o funcionamento do aplicativo, citando preocupações relacionadas à segurança nacional e ao acesso de autoridades chinesas a dados de usuários americanos.

Os valores financeiros envolvidos no acordo não foram divulgados. As informações constam em um memorando interno da operação americana do TikTok, ao qual a Reuters teve acesso.

Segundo o documento, os termos seguem, em grande parte, o que já havia sido sinalizado em setembro. Na ocasião, Trump decidiu adiar até 20 de janeiro a entrada em vigor de uma lei que prevê a proibição do aplicativo caso seus ativos nos EUA não fossem vendidos por seus controladores chineses.

O presidente afirmou ainda que o acordo atende às exigências de desinvestimento previstas na legislação aprovada em 2024.

A operação prevê a criação de uma nova empresa nos EUA, que havia sido avaliada em cerca de US$ 14 bilhões, de acordo com declaração feita em setembro pelo vice-presidente JD Vance. Esse valor ficou abaixo das estimativas de analistas, e a cifra final não foi confirmada no anúncio feito na quinta-feira.

Pelos termos do acordo, investidores americanos e internacionais ficarão com 80,1% da nova empresa, chamada TikTok USDS Joint Venture LLC.

Entre eles estão a Oracle, o fundo de private equity Silver Lake e a MGX, com sede em Abu Dhabi. A ByteDance manterá uma participação minoritária de 19,9%.

Após a divulgação da notícia, as ações da Oracle subiram quase 6% nas negociações pré-mercado desta sexta-feira.

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